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Relator da comissão temporária criada para acompanhar as questões de Saúde Pública relativas ao novo coronavírus no Senado Federal, o senador Wellington Fagundes (PL) atribuiu o colapso no sistema de Saúde de Mato Grosso muito mais ao desmonte prematuro das estruturas criadas para o atendimento da população do que à falta de médicos ou recursos. O estado chegou aos 99% de leitos de UTI ocupados nos últimos dias.

"Mato Grosso hoje é um estado em que nós não temos problema no caixa do governo. Então é um estado em desenvolvimento em que o governo tem condições de atender a população e mesmo assim nós chegamos no colapso da rede hospitalar. Nós desmontamos a nossa estrutura de uma forma precipitada", disse o parlamentar em entrevista à Rádio Senado. 

O plano de trabalho da chamada "Comissão da Covid" foi apresentado e aprovado na última segunda-feira (7). O foco da atuação dos senadores membros será pressionar o governo federal a cumprir e acelerar o cronograma de vacinação em todo o país.

"O nosso objetivo é acompanhar o desenvolvimento da Covid-19 no Brasil e buscar a solução, que, felizmente, estamos cada vez mais perto, por meio da vacina. A ordem é 'vacina, vacina, vacina'", afirmou. 

Segundo o senador, a meta é, até junho, que o Brasil tenha 50% da população vacinada e, no final do ano, 100%. "Foi um compromisso do ministro Pazuello, mas precisamos cobrar e acompanhar para que esse cronograma seja efeitvamente cumprido", apontou. 

Atualmente, segundo o consórcio nacional de veículos de imprensa formado por G1, O Globo, Extra, O Estadão de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, o balanço mais recente da vacinação contra Covid-19 desta terça-feira (9) aponta que 8.736.891 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19.

O número representa 4,13% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 2.975.266 pessoas (1,41% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 11.712.157 doses foram aplicadas em todo o país. "O Brasil precisa tomar providências mais urgentes, mais céleres e mais eficazes. E hoje a mais eficaz, sem dúvida nenhuma, é buscar a vacina", finaliza. 

RENAN MARCEL
DA REDAÇÃO

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