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A grande quantidade de entorpecentes, entre maconha, pasta base, cocaína e drogas sintéticas, figuram em procedimentos instaurados na DRE, que representam o esforço das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas

Camila Molina Polícia Civil-MT

A primeira incineração realizada pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) em 2021 destruiu aproximadamente duas toneladas de drogas apreendidas pelas forças de segurança na região metropolitana em ações realizadas no ano de 2020. A destruição da grande quantidade de entorpecente ocorreu em uma empresa particular, no Distrito Industrial, em Cuiabá.

Além do entorpecente que estava sob a responsabilidade da DRE, também foram queimados 85 quilos de drogas apreendidas em Poconé, durante ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e que estavam relacionados em procedimento policial instaurado na delegacia do município.

Logo nas primeiras horas, policiais civis da DRE e da Gerência de Operações Especiais (GOE) começaram a carregar os sacos plásticos contento tabletes prensados de drogas nos veículos que seguiram sob forte esquema de segurança até o local da incineração. Um helicóptero do Centro de Operações Especiais (Ciopaer) e a equipe da Secretaria de Moblização Urbana (Semob) acompanharam todo o trajeto.

A grande quantidade de entorpecente, entre maconha, pasta base, cocaína e drogas sintéticas, figuram em inquéritos policiais instaurados na DRE, que representam o esforço e dedicação de todas as forças de segurança, especialmente Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal.

A droga incinerada foi previamente periciada, com laudos definitivos, todas com autorização dos juízos competentes para serem destruídas, decretadas pela 9º, 13º Varas de Cuiabá e 3ª Vara da Comarca de Várzea Grande.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e a Vigilância Sanitária (Visa) têm papel fundamental no trabalho de incineração, uma vez que o entorpecente quando apreendido é periciado e antes de ser destruído é novamente conferido por peritos do órgão.

A delegada titular da DRE, Juliana Chiquito Palhares, explica que a incineração é o ato final de destruição da droga, que coroa o trabalho bem desempenhado das forças de segurança no combate ao tráfico, representando todo esforço conjunto para retirada de circulação de entorpecentes e prisões de traficantes.

A primeira incineração da DRE tira de circulação duas toneladas de entorpecentes apreendidos vinculados a procedimentos e inquéritos policiais só do ano de 2020. Esse processo marca o esforço coletivo de combate ao tráfico e condução de investigações bem alinhadas e alicerçadas, finalizado com a destruição da droga que causa tanto mal a sociedade”, destacou a delegada.

Para o diretor de Atividades Especiais da Polícia Civil, Fernando Vasco Spinelli Pigozzi, o volume de apreensão mostra o empenho dos policiais em diferentes frentes de combate ao tráfico de drogas.

“As apreensões são resultados de ações de repressão tráfico doméstico, realizadas na região metropolitana assim como investigações maiores realizadas na Capital e também do interior do estado. A destruição da grande quantidade de droga demonstra que o combate ao comércio de entorpecentes torna-se cada vez mais essencial, uma vez que a atividade do tráfico é fomentadora dos índices de criminalidade”, disse.

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