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O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) solicitou a todos os deputados estaduais para que analisem a possibilidade de ampliação nos horários do comércio para até às 22h. Ele pediu este apoio durante a sessão ordinária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta última quarta-feira (17), como uma forma de amparar empresários e empregados devido ao desemprego e os prejuízos financeiros que ocasionam com o fechamento das empresas. 

Conforme o decreto estadual de n.° 836/2021, que impõe medidas restritivas para conter a disseminação da Covid-19, foi autorizado o funcionamento de todas as atividades econômicas, mas os estabelecimentos deverão manter-se fechados entre 19h às 5h. Já nos horários permitidos será preciso respeitar as medidas de segurança, como uso de máscara, distanciamento e limitação de 50% da capacidade máxima do local. No entanto, no dia 10 de março, a determinação teve o acréscimo para que restaurantes e congêneres nas modalidades take-away e drive-thru funcionem até às 20h45m.

“Este é um assunto muito importante. Já teve comerciantes e sindicato de bares e restaurantes que me procuraram para que suas empresas possam funcionar no período noturno. Só peço o apoio de todos os deputados, principalmente da base do governador, para que possam fazer este contato com o chefe de Estado e verificarem essa restrição de horários e estender até às 22h. O pessoal que trabalha à noite está desamparado, até pedindo ajuda com cestas básicas para manter a sua família”, declara Claudinei.  

O parlamentar expôs a sua preocupação com o colapso no sistema de saúde, em que mais de 100 pessoas aguardam na fila para conseguir um leito na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e o aumento no número de mortes. “Realmente, Mato Grosso e o país inteiro está passando por essa situação na saúde por causa da pandemia. Mas, tem o outro lado que tem pessoas passando fome devido não ter subsídios financeiros. Se estendermos até às 22h vamos evitar desempregos e fechamento de empresas. Só é preciso que os responsáveis pelos estabelecimentos cumpram as medidas de segurança e evitem aglomerações e, se for preciso, serem notificados pela fiscalização por meio da Vigilância Sanitária, Polícia Militar e Ministério Público se não cumprirem o que é imposto. Se cada um fizer a sua parte, ficará bom para ambos os lados”, ressalva. 

Exceção

De acordo com o decreto, as farmácias, imprensa, hospedagem, serviços de segurança e vigilância privada, serviços de saúde, postos de gasolina (exceto conveniência), indústrias, transporte de alimentos e grãos e serviços de manutenção de atividades essenciais, como água, energia e telefone e coleta de lixo poderão funcionar sem restrições.

Por Samantha dos Anjos - Assessoria de Imprensa 

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