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O parlamentar indicou ao governo estadual a abertura de novos leitos para atender o setor da saúde dos municípios mato-grossenses 

Com a situação crítica enfrentada pelo estado de Mato Grosso por causa da Covid-19, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) ficou satisfeito com as novas medidas para o controle e combate à doença aplicadas pelo governo estadual. Uma delas foi a abertura de 160 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) que beneficiarão 14 municípios que incluem Rondonópolis e Guarantã do Norte e, consequentemente, atendem as solicitações do parlamentar por meio das indicações de n.º 1.294/2020  e n.º 2.363/2020.  

Claudinei havia pedido novos leitos, no ano passado, para o Hospital Municipal de Guarantã do Norte que fica cerca de 745 km da capital de Cuiabá e terá 10 leitos implantados pelo Estado. “Pelas informações que havíamos recebido, este município tinha apenas nove leitos e era uma quantidade que não atendia a real necessidade da cidade. Este incremento será um alento para a população”, salienta o parlamentar. 

Em relação à Rondonópolis, ele conta que sua luta foi incansável para este incremento de mais 20 leitos no Hospital Regional Irmã Elza Giovanella que atende 19 cidades das regiões sul e sudeste de Mato Grosso. “Essa unidade possui um alto fluxo de pessoas a serem atendidas. Era preciso essa atenção. Afinal, são 19 municípios que englobam cerca de 500 mil pessoas. A situação em Rondonópolis está preocupante. Mais de 10 dias com as UTIs lotadas e filas de pessoas no aguardo por um leito”, comenta.

Medidas

O requerimento de n.º 422/2020 que havia sido apresentado por Claudinei à Secretaria de Estado de Saúde (SES) foi também atendido com as informações sobre a ampliação de UTIs no tratamento de pacientes infectados pela Covid-19. “Praticamente, o anúncio do governo estadual com as medidas para o controle do novo coronavírus já responde os questionamentos realizados nesta proposição. Já temos a programação, os investimentos e quais os municípios a serem beneficiados. Estamos com boas expectativas”, frisa o deputado. 

Além dos 160 leitos de UTIs, o governador Mauro Mendes anunciou, na última quarta-feira (10), que serão criados 500 novos leitos clínicos com suporte ventilatório, em parceria com os municípios que apresentaram habilitação. “Fizemos uma pesquisa, passamos todas as mensagens para todos os prefeitos e quantos poderiam criar em seus municípios. Boa parte das prefeituras se envolveram para que pudéssemos montar leitos extraordinários para atender a população”, explica o chefe de Estado. 

De acordo com ele, serão criados três tipos de leitos, sendo um com suporte mecânico respiratório e outro com suporte respiratório invasivo dos tipos 1 e 2 para serem implantados em um hospital com Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) junto ao Ministério da Saúde. Já o terceiro, será com oxigênio terapia que é muito parecido com o tipo 2 que pode acontecer em uma unidade de saúde que não tem CNES. 

Recursos

Os 141 municípios contarão com um aporte financeiro de R$ 69,8 milhões referente aos créditos de 2016 a 2018 que não foram pagos pela administração anterior do governo estadual. “O governo está pagando agora em parcela única para que os municípios possam tomar providências dos programas de atenção primária, comprar remédios, contratar jornadas extraordinárias para atender os pacientes”, esclarece Mendes. 

Ele confirmou a antecipação de R$ 6,2 milhões referente ao mês de março de 2021, com pagamento no dia 15 de março, pelo Fundo Municipal de Saúde. Também, a aquisição de mil cilindros de oxigênio para subsidiar na montagem de leitos clínicos, incentivo financeiro para a criação de Centros de Triagem Covid-19, contratação de 150 leitos home care para retaguarda dos hospitais estaduais Santa Casa e Metropolitano e nas cidades de Rondonópolis, Sinop e Cáceres.

“A situação é crítica em todos os estados brasileiros. A maioria das UTIs estão acima de 90% de ocupação de leitos. Nós temos que colaborar. Anunciar as novas medidas que o governo conseguiu construir. Dialogando com fornecedores, classe médica, municípios, para a devida definição”, ressalva Mauro. 

As medidas adotadas pelo governo tiveram o envolvimento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, prefeituras, empresas, prestadores de serviços, corpo médico e profissionais que atuam diretamente na UTI.

Por Samantha dos Anjos - Assessoria de Imprensa 

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