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Uma reunião nesta segunda-feira, com a presença do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, marcou o início do trabalho para estruturar a concessão de mais de 4 mil quilômetros de rodovias federais, localizadas em oito estados. O objetivo do governo é repassar as estradas à iniciativa privada até o final de 2022.

De acordo com a assessoria, um dos trechos a ser concedido está localizado entre os municípios de Ribeirão Cascalheira, em Mato Grosso, e Marabá, no Pará, com 1.067,9 km de extensão. “A rodovia constitui importante rota de escoamento da produção de grãos do nordeste de Mato Grosso, integrando a região à ferrovia Carajás e permitindo a exportação da produção pelo Porto de Itaqui, no Maranhão”, justifica o governo, no comunicado divulgado hoje.

Os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental foram encomendados pelo Ministério da Infraestrutura à Empresa de Planejamento e Logística (EPL) e envolvem o levantamento de informações de tráfego, de demanda, de operação, de engenharia, de modelagem econômico-financeira e análise jurídica. Além do trecho em Mato Grosso, também serão contemplados os lotes BR-135/316/MA/PI, BR-163/MS, BR-060/153/262/DF/GO/MG e BR-040/DF/GO/MG.

Durante a reunião, foi apresentada a metodologia e o cronograma de execução das atividades pela EPL e pelo consórcio contratado para auxiliar no trabalho de campo. O ministro cobrou atenção especial para os detalhes do projeto e a importância da celeridade na entrega dos documentos, que foram formatados. “O tempo é curto, por isso o cronograma deve andar muito ajustado”, destacou o ministro, para quem o projeto é uma prioridade máxima do ministério.

“Esse é um dos maiores projetos do Governo Federal e o mais importante da EPL. Vamos fazer todo o possível para garantir a execução dos estudos dentro do previsto”, disse o diretor-presidente da estatal, Arthur Lima.

Conforme já informado, o edital para concessão para a iniciativa privada administrar o trecho da BR-163 e da BR-230, entre Sinop e o Porto de Miritituba, que pertence a Itaituba no Pará, com extensão de 970 quilômetros, deve ser publicado no início de março. O projeto já foi aprovado, em dezembro, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), sob a relatoria do ministro Benjamin Zymler.

O leilão está previsto para junho. As datas, no entanto, ainda não foram definidas. O relatório aprovado pela TCU prevê investimento de aproximadamente R$ 1,9 bilhão, sendo cerca de R$ 624 milhões na manutenção da rodovia, R$ 581 milhões em ampliações/melhorias e aproximadamente R$ 281 milhões na recuperação rodoviária.

Só Notícias/Herbert de Souza (foto: assessoria)
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