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A mesa diretora da Câmara dos Deputados decidiu nesta segunda-feira (18) que a votação para a eleição dos membros da mesa diretora será feita de forma totalmente presencial no dia 1º de fevereiro. O presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) defendia a possibilidade de votação remota para deputados em grupo de risco da covid-19, mas foi voto vencido.

 "Se decidiu por maioria, contra o meu voto, não ter nenhuma flexibilidade de votação remota para deputados e deputadas no grupo de risco, mas a decisão tem que ser respeitada".

 

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 Maia explicou que haverá distanciamento com cabines de votação não somente no plenário, mas nos salões verde e negro, mas que o problema não é apenas a presença dos deputados, mas a mobilização de servidores necessários para a presença de todos os 513 deputados.

 

"Os nossos problemas não são só os deputados porque o número de deputados que estão no grupo de risco não é tão grande, mas nós temos que mobilizar quase dois mil funcionários e acaba tendo uma circulação de quase três mil pessoas no dia da votação. Eu entendi que ao menos os deputados do grupo de risco pudessem votar remoto, porque reduziria o número de pessoas circulando na Câmara, que tem pouca circulação de ar. Vimos o que aconteceu na posse do presidente Fux, e ontem um ex-ministro do STJ que esteve na posse faleceu. Não por culpa do Fux ou minha, mas porque esses prédios têm pouca circulação de ar. Mas a mesa é soberana e decidiu por esse formato, mas eu registrei meu voto contrário na reunião e para a opinião pública".

Por R7 Notícias

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