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bancada de Mato Grosso no Senado, formada pelos senadores Carlos Fávaro (PSD), Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (DEM),  está unida na eleição para presidência no biênio 2021-2022.  Os três,  acompanhando  seus partidos,  estão fechados com o Senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG). A escolha do sucessor de Davi Alcolumbre (DEM-AP) na Mesa Diretora acontecerá em 2 de fevereiro deste ano.

A outra candidata é a senadora Simone Tebet (MDB-MS), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Para ser eleito, o candidato precisa de 41 dos 81 votos.

Além do apoio do DEM, PSD, PP, PT, PSDB, Pros, PL, PDT, Republicanos e PSC, embora algumas siglas tenham dissidentes, Rodrigo Pacheco conta com a confiança do presidente da República Jair Bolsonaro. O Palácio do Planalto já declarou que conta com o senador mineiro na condução da Casa nos últimos dois anos de mandato.

Fávaro explica que o PSD, que tem a segunda maior bancada, com 11 senadores, cogitou lançar candidatura própria.  No entanto, acabou optando por Rodrigo Pacheco de forma unânime.

“Nosso compromisso inicial era com a reeleição do Davi Alcolumbre. Diante da impossibilidade, foi avaliada a possibilidade de lançar candidatura própria com nomes como os senadores Antônio Anastasia, Otto Alencar ou Nelsinho Trad. Depois, com muita conversa e baseados no compromisso com o Alcolumbre, decidimos apoiar o Rodrigo Pacheco”, explicou o social-democrata.

Já Wellington afirmou, pela assessoria, que não só apóia, como todos os partidos do bloco que lidera. O senador mato-grossense é líder do Bloco Vanguarda, formado por   DEM, PL, PSC e   PTC.

Jayme, por sua vez, é correligionário de Alcolumbre e Rodrigo Pacheco. Por isso, considera o apoio “natural".

Por Jacques Gosch

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