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 Os cavalos contribuem muito para a melhora da autoestima e confiança para o praticante


Estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que a depressão já é a doença mais incapacitante em todo o mundo. A tristeza persistente ou perda de interesse, que causam uma gama de problemas emocionais e físicos, atingem quase 7% da população mundial.  

Além dos tratamentos como psicoterapia e o uso de medicamentos, a terapia com cavalos, também chamada de equoterapia, tem se tornado uma grande aliada no combate à depressão, com resultados extremamente positivos na evolução dos pacientes.

Conforme a fisioterapeuta e coordenadora de equoterapia do Haras Twin Brothers, Taiane Caldeira, a terapia com cavalos tem demonstrado grande eficácia no tratamento da depressão. “A recuperação se dá por meio do estímulo motor afetivo, capaz de melhorar tanto a coordenação e o equilíbrio quanto o bem-estar, a memória e o humor”, ressalta.

Além disso, os cavalos contribuem muito para a melhora da autoestima e confiança para o praticante. “O movimento tridimensional do cavalo proporciona relaxamento ao praticante da equoterapia, liberando hormônios que dão sensação de prazer, como endorfina, beta endorfina, entre outros, responsáveis pelo bem-estar, amor e felicidade.

Outro importante benefício do cavalo é aumentar a agilidade e a coragem, através do “neurônio espelho”, onde durante a terapia o animal consegue, por empatia, ler e espelhar a linguagem corporal do praticante, identificando com rapidez quais questões devem ser trabalhadas durante a atividade. “O cavalo pode aliviar o estresse, aumentar a qualidade e a expectativa de vida de qualquer pessoa”, assegura Taiane.

O andar tridimensional do cavalo provoca deslocamentos no quadril do paciente – passando pela coluna e pela medula até atingir o sistema nervoso. “Em uma aula, o praticante recebe de 1.800 a 2.200 estímulos”, diz.

SETEMBRO AMARELO

O dia 10 de setembro é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. No Brasil, são registrados 12 mil casos por ano, enquanto no mundo o número chega a mais de um milhão. Por isso, a campanha, apesar de intensificada em setembro, é realizada o ano inteiro.

Depressão, seguida do transtorno bipolar e abuso de substâncias são as principais causas de suicídio. O Setembro Amarelo, como é batizado, possui caráter preventivo: a ideia é informar para ajudar quem precisa a procurar auxílio e diagnóstico precoce. Quem tem um conhecido com sinais deve estar sempre por perto, mantê-lo amparado para que sinta que é amado e não está sozinho e que pode superar a questão.

Por WALLACE DUTRA

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