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O presidente Jair Bolsonaro defendeu o agronegócio nesta terça-feira (18) em Corumbá, Mato Grosso do Sul. Segundo ele, os trabalhadores do setor não fizeram lockdown durante a pandemia de covid-19 e tiveram "o índice de mortes mais baixo" em comparação com outros setores da economia.

 

Bolsonaro aproveitou a visita, que serviu para inaugurar o centro de monitoramento do espaço aéreo Estação Radar de Corumbá, da Força Aérea Brasileira, para elogiar a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, natural do Estado, pelo "excelente trabalho que vem fazendo".

 

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"O nosso governo enfrentou essa questão da pandemia tendo à frente o nosso baluarte, a nossa querida ministra aqui do Mato Grosso do Sul. O homem do campo não parou de trabalhar, não teve lockdown e o índice de mortes foi o mais baixo de todos, levando em conta todos os setores", afirmou o presidente, sem citar números.

 

Para Bolsonaro, a postura do setor foi essencial para garantir as exportações e os alimentos na mesa dos brasileiros. "O agronegócio vem batendo recordes e é a locomotiva da nossa economia. Você pode deixar de fazer muita coisa, mas não pode deixar de comer."

 

Ainda no tema pandemia, ele voltou a elogiar o medicamento que defende desde o início da crise sanitária ao agradecer o deputado federal Luiz Ovando (PSL) por apoiar "desde o primeiro momento" a hidroxicloroquina. "Um remédio para algumas coisas, mas que serviu também para que vidas fossem salvas, em todos aqueles que foram acometidos pela covid-19."

 

Apreensões de armas e drogas
Em seu discurso, Bolsonaro disse também que o sistema inaugurado nesta terça deve ajudar o país a monitorar as fronteiras e, assim, fortalecer o combate aos grupos criminosos.

 

"De maio para cá, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal vêm batendo recordes na apreensão de drogas e armamentos pelo país. Isso que estamos inaugurando aqui vai ajudar em muito no combate a esse tipo de crime."

 

Em sua despedida, Bolsonaro cometeu uma gafe que costuma irritar os sul-matogrossenses, chamando o Estado pelo nome do vizinho. "Muito obrigado a todos vocês, Brasil acima de tudo e Mato Grosso acima de todos", declarou, e se corrigiu em seguida: "Mato Grosso do Sul acima de todos."

 

Pouco antes do presidente, falou o governo do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), que ouviu protestos próximos ao local da solenidade.

 

Azambuja agradeceu o trabalho dos órgãos ligados ao governo federal que ajudam o Estdado em diversas frentes, citando a contenção das queimadas no Pantanal e a apreensão de drogas nas fronteiras.

 

Ele pediu urgência na relicitação da malha ferroviária, a Malha Oeste, e a proteção às fronteiras do Brasil.


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