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A prefeitura não conseguiu registrar preços para compra de 30 mil comprimidos de azitromicina e outros 60 mil de hidroxicloroquina. A administração havia iniciado pregão eletrônico para compra de diversos medicamentos e testes rápidos e medicamentos para o combate à pandemia de covid-19.

O certame era dividido por itens. No caso da hidroxicloroquina e da azitromicina a prefeitura deu os itens como “fracassados”, quando os interessados no fornecimento não preenchem os requisitos previstos no edital. Esta também foi a mesma situação para os itens dos medicamentos norepinefrina, petidina, ceftriaxona, fentanila e midazolan.

A prefeitura ainda declarou “desertos” os itens que previam a compra dos medicamentos deslanosido, dopamina, cálcio gliconato e sulfato de magnésio. Neste caso, não houve empresas interessadas no fornecimento.

No total, o certame previa o registro de 23 itens. Com exceção dos que foram declarados desertos ou fracassados, a prefeitura conseguiu registrar o preço dos demais. Uma das propostas apresentadas foi de R$ 87,5 mil para fornecimento de até 5 mil testes rápidos de detecção da covid-19. A prefeitura também conseguiu registrar o preço de R$ 150 mil para fornecimento de até 60 mil comprimidos de ivermectina 6 mg.

O contrato com as empresas terá validade de três meses. As fornecedoras terão dez dias, após o recebimento de cada requisição, para entregar os itens na central de abastecimento farmacêutico de Lucas. Como o certame visa o registro de preços, a prefeitura não é obrigada a comprar toda a quantidade estimada no edital.

Só Notícias/Herbert de Souza (foto: arquivo/assessoria)
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