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O governador Mauro Mendes começou seu mandato com mão de ferro. Deixou na zaga outro Mauro, o Mauro Carvalho, ambos com a caneta na mão. Porém, eles acreditaram que a Assembleia Legislativa e o povo de Mato Grosso ficaria de cabeça baixa o tempo todo como se fosse funcionários das empresas que os dois poderosos comandam.
Mauro Mendes que vem criando desafetos desde sua administração, concentrou o Estado em duas mãos: Mauro x Mauro. Além disso dá de ombros ao seu vice Otaviano Pivetta que emprestou seu prestígio, e o ajudou na construção da sua vitória ao Paiaguás.
Comenta-se que os irmãos, Jaime e Júlio Campos só vai no Palácio em ‘último caso’, evitando, assim, a suas participações mais efetiva na administração.r
Os professores, por.exemplo, já amargam o arrependimento de terem ajudado a dar a caneta aos Mauros.
Mendes teve sua eleição vitoriosa, graças a coalizão montada das forças políticas tradicionais e novas lideranças que surgiram no Estado. Mas, aparentemente, preferiu se esquecer de tudo isso!
O governador já arrumou desentendimento com os professores; com os profissionais da saúde; com os agentes prisionais; com os policiais civis que, inclusive, já posicionaram através da presidente do Sindicato dos Investigadores de Polícia (Sinpol) Edileusa Mesquita, que entrará na justiça contra o governo por ter descontado da alícota previdenciária 14% do adiantamento de 40% de seus décimo-terceiros.
Os delegados de polícia fazem romaria na Assembleia Legislativa tentando convencer o parlamento sobre seus direitos que não estão sendo respeitados pelo governo.
Já os militares vêem nesse governo a pior fase de todos os tempos para com a corporação e não sentem o apoio do seu alto comando que, em suas visões, prefere ficar do lado do poder a esmo da tropa.
Na Casa de Leis os deputados até que tentaram colaborar com o governo, mas a situação vem ficando difícil. Nesta semana, até o presidente Eduardo Botelho, o mais colaborador de Mauro, está recolhendo o flap. Esta semana, por exemplo, deixou um duro recado ao “dono” do Estado, Mauro Mendes.
“Ele [Mauro Mendes] tem que olhar para os pequenos. Para o povo e para os municípios. Não quero que zangue, mas se quiser zangar também”, disse Botelho. Está dado recado, não é?
Por fim, Mauro Mendes pôs cadeado no governo, pegou sua chave, e fez só mas uma cópia, e adivinha que está com ela? talves Por isso, o colapso de sua administração está instalado. Nos bastidores correm boatos que a sigla dos nomes , MM, e MC para a próxima eleição pode ser reconhecido respectivamente como: ( MN) Mauro nunca mas, e (MT) Mauro tchau.
Por  Redação
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