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AMM pede prazo para que municípios mato-grossenses possam pagar ...
Na próxima terça-feira o Congresso Nacional, por videoconferência, começa a discutir a possibilidade de adiamento das eleições municipais marcadas para outubro deste ano. O Tribunal Superior Eleioral (TSE) e o Congresso apoiam a mudança para o final de novembro e início de dezembro, dando tempo, desta forma, para que todos os tramites sejam feitos para a posse do prefeito em primeiro de janeiro de 2021. A Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) em conjunto com a Confederação Nacional de Municípios (CNN) são contra e defendem que as eleições sejam realizada apenas em 2022, unificando o pleito eleitoral em projeto apresentado pelo senador mto-grossense Wellington Fagundes (PL)
O presidente da AMM, Neurilan Fraga reforçou que, de acordo com estudos da área da Saúde, o vírus ainda poderá afetar muita gente. Ele exemplificou que na China, quando parecia disseminado, outra onda está voltando. “A comunidade científica do mundo todo não garante, e não tem como prever uma data certa para tudo isso acabar. Como vamos saber se em outubro, novembro ou dezembro as coisas estarão bem?”, indagou.
O presidente da CNM, Glademir Aroldi, informou que aconteceu um encontro entre os membros do Tribunal Superior Eleitoral e parlamentares, com a participação de médicos e sanitárias. Em seguida, ocorreu uma mesa temática no Congresso Nacional, que também tratou do assunto. “E qual avaliação que fazemos de tudo isso? que o jogo está com a carta marcada”, avaliou.
“Terão debates e nós vamos ser convidados, mas vamos ter dois ou três minutos para fazer nossa defesa, tempo insuficiente para conseguir colocar os nossos pontos. Além disso, quem será responsabilizado pela realização do pleito; e se candidatos forem infectados e transmitirem o vírus para seus eleitores, e se houverem mortes? Precisamos fazer essas perguntas ao Congresso Nacional”, disse ele.
As lideranças municipalistas, defenderam de modo geral, que é preciso mostrar que o cenário não estará favorável para o pleito, diante de uma pandemia que, nenhum sanitarista está garantindo o final dela. “Além disso, já teremos mais de 30 milhões de desempregados e uma a crise econômica mais evidente. Quem poderá cancelar as eleições, será a pandemia. Não vamos colocar vidas em risco. É mais prudente prorrogar mandatos do que ter eleição com mortes.”, alertou Aroldi.
Por Esportes & Notícias
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