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O governador Mauro Mendes (DEM) considera 15% de queda na arrecadação em maio, se comparado ao ano passado e afirma que o planejamento e a reserva financeira que o estado tinha impediu que estivesse pior economicamente, diante da pandemia. O agronegócio é um setor que ainda garante recursos ao Estado e o algodão deve ser a área mais atingida no segmento.
O governador se reuniu com gestores de outros estados e o presidente Jair Bolsonaro, na tarde de ontem, por meio de videoconferência para discutir repasses para medias de combate à pandemia. Em entrevista à rádio CNN Brasil, Mendes considerou que Bolsonaro foi sensato e sinalizou ajuda de R$ 60 bilhões a serem divididos entre os governadores.
“Senti ele um pouco mais propositivo para tomar medidas mais ativas para o Brasil. Falei também com os demais governadores para que possamos unir força para o país supere essa pandemia e continue no caminho do desenvolvimento”, explicou.
Questionado sobre as medidas adotadas em Mato Grosso, o democrata afirmou que deixou a critério de cada prefeito definir as ações nos municípios. Ponderou que não poderia ter medidas unificadas por todos o estado, uma vez que 90 cidades ainda não têm casos da doença.
“Em grande parte das cidades as atividades econômicas ativas, com exportações e produção ocorrendo. Em abril tivemos queda de 7% na arrecadação e em maio a expectativa é que caia 15% em relação ao ano passado”, explicou.
Sobre os impactos econômicos no estado que é basicamente agrícola, o gestor afirmou que a ajuda do governo federal será importante para superar as perdas e é bem vinda. No entando destacou que as medidas adotadas no começo do mandato fizeram com que chegasse até agora com danos reduzidos. “Passaremos o mês de maio com tranquilidade, mas ajuda é bem vinda”.
“Aguentamos um pouco mais por causa desse arrocho fiscal que fizemos em 2019 e entramos 2020. Colocamos as contas em dia e tínhamos uma reservinha, por isso não estamos sofrendo tanto”, destacou.
Para Mendes ainda é uma incerteza como o estado passará a pandemia. As projeções não asseguram o que pode ocorrer. Pontua que o estado produz alimento, que é o bem mais importante. Que o setor do algodão, por não ser tão necessário, sofra mais.
“Acredito que não passaremos incóleros, despercebidos pela pandemia”, finaliza.
Da Redação
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