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Eleição suplementar vai custar R$ 12 milhões e recursos virão do TSE

Chico Ferreira
A eleição suplementar ao Senado em Mato Grosso, que ocorre no dia 26 de abril, vai custar R$ 12 milhões. Os recursos, segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) virão do caixa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que decidiu em setembro pela realização de um novo pleito. Depois da confirmação da cassação de Selma Arruda (Podemos), o TRE chegou a dizer que entraria na Justiça para ser ressarcido da realização de uma nova eleição.

O pleito será realizado nos 141 municípios de Mato Grosso e, segundo levantamento da A Gazeta, 27 nomes já demonstraram interesse ou estão articulando nos bastidores da política. 

 
Para ser candidato é preciso estar em dias com à Justiça Eleitoral, ter domicílio eleitoral em Mato Grosso (há pelo menos 6 meses), filiação partidária e pelo menos 35 anos de idade. 

As convenções partidárias para a escolha do candidato deverá ser realizada entre os dias 10 e 12 de março e os partidos têm até 17 de março para registrar à candidatura no TRE. 

Em 18 de março já será possivel divulgar  o candidato, inclusive na internet. A propaganda no rádio e televisão começam em 23 de março.
Por Thiago Andrade
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