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Deputado federal e cacique do MDB em Mato Grosso, Carlos Bezerra (MDB) se colocou na disputa pela vaga aberta no Senado após a cassação de Selma Arruda (PODE). O experiente político lançou uma pesquisa interna, na modalidade qualitativa, com o seu nome e de outros membros da legenda para avaliação.

"Lançamos uma pesquisa e vamos aguardar o resultado. Se ela indicar a nossa viabilidade, estou pronto para disputar o senado", disse o parlamentar ao 


Carlos Bezerra, que está em silêncio desde que se confirmou a cassação da juíza aposentada, decidiu colocar o MDB no centro das discussões da eleição suplementar. Com a entrada do MDB na disputa ao Senado, já são 6 partidos que compõe a base do governo Mauro Mendes (DEM) que entra na briga pela vaga. 

Diante da quantidade de pré-candidatos, Bezerra defende que o governador Mauro Mendes (DEM) fique de fora das articulações. 

"Espero que o governador fique neutro, não participe diretamente das articulações. Com tantos nomes da base do seu governo, o melhor é evitar se indispor com as lideranças", sugeriu o emedebista que já foi governador de Mato Grosso. 

Já em relação ao movimento liderado pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), e os irmãos Júlio e Jayme Campos (DEM), o cacique foi curto e grosso. "O Emanuel vai seguir o que o partido deliberar e ponto final. Ele pode articular e se movimentar. Mas a decisão final é da direção do partido". 

Carlos Bezerra tem 78 anos e foi o único deputado federal do estado que conseguiu se reeleger em 2018 para o seu 10º mandato como parlamentar. Bezerra já foi prefeito em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), governador, deputado estadual e federal e senador.
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