Bem-vindo(a). Hoje é Guarantã do Norte - MT
As ações são voltadas para o desenvolvimento sustentável, integração com políticas públicas e programas, desenvolvimento de pesquisas, sustentabilidade financeira, redes regionais e temáticas inclusivas
Renata Prata | Sema-MT
O Plano de Ação da Reserva da Biosfera do Pantanal 2020 – 2023 foi apresentado em Cuiabá para membros do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera de Mato Grosso. As ações são voltadas para o desenvolvimento sustentável, integração com políticas públicas e programas, desenvolvimento de pesquisas, sustentabilidade financeira, redes regionais e temáticas inclusivas.
O objetivo do Plano de ação é contribuir para a conservação de paisagens, ecossistemas e espécies; fomentar o desenvolvimento econômico e humano que seja sociocultural e ecologicamente sustentado; apoiar projetos demonstrativos, educação ambiental, capacitação, pesquisa e monitoramento relacionados com os temas locais, regionais, nacionais e globais da conservação e do desenvolvimento sustentável.
O documento foi elaborado conforme as diretrizes previstas no Plano de Ação de Lima para Reservas da Biosfera, adaptando a realidade brasileira, e orientado pelo Plano de Ação do Ministério do Meio Ambiente.
Por ser um instrumento de gestão participativa, para a formulação do Plano de Ação foram realizadas reuniões presenciais em Cuiabá e Campo Grande.
“O documento foi elaborado com a participação dos Conselhos Estaduais de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Foi levado em consideração o plano anterior, observando o que deu certo, o que ainda não foi realizado e que precisa ser aprimorado”, explicou Laercio Souza, presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera do Pantanal.
O superintendente de Mudanças Climáticas e Biodiversidade, Elton Silveira, afirmou que a principal diferença do segundo para o primeiro Plano de Ação é a articulação de ações mais efetivas.
“Com o funcionamento dos estaduais, a ideia é que a gente comece a implantar ações mais concretas para consolidar a reserva da biosfera como área de gestão para conservação”.
O Pantanal mato-grossense, maior planície alagada do planeta, foi reconhecido como Reserva da Biosfera Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) em 2000. O título permite mais ações governamentais desenvolvimento sustentável e conservação das riquezas ambientais.
No Brasil existem sete Reservas da Biosfera reconhecidas: Pantanal, Mata Atlântica, Cinturão Verde de São Paulo, Cerrado, Caatinga, Amazônia Central e Serra do Espinhaço.
Marcadores:

Postar um comentário

Comentários são de responsabilidade se seus autores

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.