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Embaixador do Chile busca parcerias com o Agro de Mato Grosso

O Sistema Famato recebeu quinta-feira (08/08) a visita oficial do embaixador do Chile, Fernando Schmidt. O objetivo do encontro foi conhecer o agro mato-grossense e as perspectivas do setor para os próximos anos.

Participaram da reunião o presidente do Sistema Famato, Normando Corral, os diretores Vilmondes Tomain e José Luiz Fidelis e representantes das entidades Acrimat, Acrismat, Ampa e Aprosmat.

O embaixador conheceu os números do estado em uma apresentação do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Segundo ele, os dados “são muito interessantes”. “Mato Grosso tem uma potencialidade de produção fabulosa. Se toda a produção está em só 11% do território do estado, imagine duplicar essa produção o impacto que vai ter para o Estado, para o Brasil e para o mundo?”, indagou.

Fernando Schmidt alertou para a mudança de padrões de consumo no mundo. “A sociedade está cada vez mais empoderada e a produção não pode ignorar isso”, avaliou destacando que Mato Grosso tem capacidade de produção que pode ser aproveitada no Chile, tanto do ponto de vista territorial quanto tecnológico.

A vocação do Chile, conforme o embaixador, são os serviços portuários – praticamente todos privatizados. Mas ele reconhece que ainda é necessário desenvolver adequações necessárias para aproximar os países.

O presidente do Sistema Famato, Normando Corral, considerou o encontro um importante passo para estreitar a aproximação do agro de Mato Grosso com o Chile. “Essas visitas são importantes para conhecermos o potencial produtivo dos outros países e avaliar como contribuir para expandir a comercialização para esses mercados. Estamos sempre abertos para futuras parcerias que contribuam para o nosso setor”, afirmou Corral.

Na ocasião, Normando Corral entregou o livro “Tons de Verde” – A Sustentabilidade da Agricultura no Brasil, do pesquisador Evaristo Miranda. A obra apresenta os desafios da agropecuária brasileira para produzir mais com tecnologias conservacionistas de solo, água, flora e fauna.

Produção chilena – As principais atividades econômicas chilenas são a exploração de minérios (cobre, carbono e nitrato), os produtos manufaturados (processamento agroalimentar, produtos químicos, madeira) e a agricultura (pesca, vinhos e frutas).

O setor industrial contribui com cerca de um terço do PIB e o setor de serviços aumentou, contribuindo agora com para 64,4%. Cerca de 10% da população trabalha no setor agrícola, 23% na indústria e 67% nos serviços.

A exportação de frutas e vegetais alcançou recorde histórico devido a uma estratégia deliberada implementada na década de 1990, tendo como alvo os mercados europeu, norte-americano e asiático. A localização do Chile no Hemisfério Sul permite a oferta de frutas fora da estação para países do Hemisfério Norte.

A economia chilena enfrenta três principais desafios: superar a dependência tradicional em relação ao preço do cobre (a produção de cobre representa 50% das exportações do país); desenvolver uma produção de alimentos autossuficiente (atualmente, a produção agrícola cobre menos de metade das necessidades internas); e aumentar sua produtividade, especialmente no setor da mineração.

Fonte: Ascom Famato

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