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Com arma de brinquedo, assaltante é morto após abordar vigilante de posto

bandido postoUm guarda de um posto de combustível na cidade de Feliz Natal (a 511 km de Cuiabá) reagiu a um assalto na madrugada desse sábado (17) e matou o assaltante de 18 anos. A Polícia Civil investiga o caso e deverá analisar imagens do circuito de vigilância que poderão comprovar o uso de legítima defesa por parte do segurança, tese que tem sido levantada até o momento.
O investigador da PJC, Paulo Rosa de Oliveira, atendeu a ocorrência e relata ao  que a situação tem comovido a população. “O elemento desceu do banco do carona de uma moto e logo já foi sacando uma arma e rendeu o segurança na porta do posto”.
Em seguida, o assaltante obrigou o segurança a entrar na conveniência na tentativa de pegar mais dinheiro. “Ele estava usando um pano cobrindo o rosto e um capacete. Só isso já impõe medo. Quando entraram na conveniência, o segurança deve ter percebido que a arma que o assaltante carregava era um simulacro (de mentira), e foi aí que entraram em luta corporal”.
Paulo narra ao  que o segurança estava em relativa vantagem em relação ao assaltante, primeiro pelo porte físico, já que é um homem forte e alto, enquanto que o bandido era magro e “franzino”.
Ao entrar em luta corporal, o segurança do posto de combustível conseguiu sacar a própria arma e desferiu dois tiros contra o criminoso. O primeiro acertou o abdômen, o segundo, considerado o fatal, acertou o lado esquerdo da boca do assaltante, vindo de baixo para cima. O assaltante que pilotava a moto está foragido.
Após o fato, o vigilante saiu do local e ainda não se apresentou à Polícia. A expectativa é que se apresente nesta segunda (19). Sobre as condições do fato que devem deduzir a arguição de legítima defesa em favor do segurança, o investigador relata que em mais de 20 anos de experiência acredita que, apesar da necessidade de se responder a um processo, o vigilante deverá ser considerado inocente.
No Código Penal, a legítima defesa é entendida como o uso moderado dos meios necessários para repelir injusta agressão, atual ou iminente, a direito próprio ou de terceiros. Com essa regra, a margem de interpretação tem gerado bastante discussão, principalmente, quando o ato de legítima defesa gera a morte do agressor.
“A gente sabe que o Código Penal é interpretativo, mas se analisarmos os fatos, sabemos que os criminosos não hesitam em matar quando se sentem ameaçados. O vigilante é uma pessoa conhecida, é trabalhador, estava cumprindo sua função e protegendo acima de tudo sua própria vida. Eu realmente espero que seja declarado livre”, pontua Paulo Rosa.
Por Vinícius Bruno
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