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Além de ser o líder do governo Mauro Mendes (DEM) na Assembleia Legislativa, o deputado Dilmar Dal Bosco (DEM) ficou com a presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) do parlamento, considerada a mais importante da Casa por analisar a constitucionalidade de todos os projetos apresentados e decidir se vão, ou não, para votação em plenário.
O fato de acumular as duas funções, garantiu Dal Bosco, não deve afetar a avaliação das matérias nem pesar favoravelmente para o governo. Segundo ele, a análise das mensagens seguirá critérios técnicos.
“Eu não vejo que a Comissão de Constituição e Justiça trata de oposição ou situação. Ela trata da constitucionalidade, trata de um projeto para saber se ele é viável, ou não, para o estado de Mato Grosso. Ela não olha o governo, ela olha o projeto”, declarou.
Dal Bosco já presidiu a CCJR em 2013, quando implantou a de fazer uma análise informal e orientar os deputados antes de rejeitar as propostas e inviabilizar as ideias dos parlamentares. O mesmo deve ser mantido neste ano.
“Nós, os cinco deputados aqui, não temos porque negar ou rejeitar projetos de iniciativa do parlamento, principalmente de colegas deputados. Nós queremos valorizar o que o deputado tem buscado, mas precisamos orientar da inconstitucionalidade e o que tem que ser mudado. Em algumas coisas precisamos fazer emenda supressiva, modificativa que possam valorizar a idéia do parlamentar. Agora, quando não tem condições, nos encaminhamos ao deputado para que o projeto não seja rejeitado”, concluiu.
Só Notícias/Marco Stamm (foto: Só Notícias/arquivo)
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