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Circuito Jovem Empreendedor percorreu 20 municípios

Determinação, foco e planejamento são alguns princípios
Muitas pessoas acreditam que para empreender é necessário nascer com algum tipo de talento especial, como se essa capacidade fosse um dom. Pensando nisso, a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secitec) em parceria com o Parque Tecnológico de Mato Grosso, Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat) e o Instituto Jovem Empreendedor, criou o programa Circuito Jovem Empreendedor.
Criado em 2016, o programa já percorreu mais de 20 municípios, atendendo cerca de 37,9 mil alunos das escolas estaduais e municipais. O objetivo do programa é difundir o empreendedorismo, tecnologia e inovação para jovens estudantes de escolas públicas de Mato Grosso, proporcionando conhecimento e ferramentas práticas para o desenvolvimento de cada aluno.
A superintendente de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, da Secitec, Lecticia Figueiredo, explica que estimular a criatividade dos estudantes é uma forma de despertar o empreendedorismo.
“Jogos e brincadeiras nos quais os alunos necessitam solucionar problemas são ideais, mesmo sendo fonte de diversão, encorajam a empreender, pois, em muitos casos, instigam o aparecimento de características como comprometimento e persistência, essenciais a quem quer adentrar no mundo dos negócios. Outra ideia é incentivar a realidade virtual, robótica e muitas outras tecnologias, pois além de fazer com que as crianças e jovens raciocinem rápido, esses estímulos também aumentam a autoestima e melhoram o comportamento em grupo, características necessárias a qualquer empreendedor”, declara.
Lecticia ressalta que o programa mostra aos estudantes que eles poderão aplicar esses conhecimentos desde já e aperfeiçoar ao longo do tempo. Dessa forma, eles serão profissionais preparados para conviver no ambiente atual de constante transformação devido às novas tecnologias.
O CEO do Instituto Jovem Empreendedor, Saulo Rocha explica que esse projeto tem propiciado aos estudantes um maior envolvimento e engajamento no contexto tecnológico e empreendedor. “Isso tudo agrega ao aluno habilidades, competências e saberes numa era altamente tecnológica, onde as ferramentas e recursos midiáticos auxiliam cada vez mais na execução de tarefas diárias, levando o aluno a ser o protagonista do próprio aprendizado”.
Saulo destaca que a partir deste projeto muitos professores mudaram a forma de ensinar os alunos em sala de aula. “Com um óculos de realidade virtual feito de papelão, que tem um custo quase zero, professores de escolas estaduais tem deixado as aulas bem mais criativas. A ideia é utilizar as novas tecnologias, os celulares, por exemplo, para tornar a aprendizagem mais atrativa, dinâmica e prazerosa”, comenta.
Para Saulo, é preciso estimular tanto os professores como os estudantes. “A tecnologia hoje em dia pode ser usada em tudo, não apenas para diversão, mas, principalmente para empreender. “Tudo se torna válido desde que os devidos cuidados sejam tomados para evitar os excessos comuns a qualquer novidade. Talvez um dos maiores entraves se deve ao fato de muitos professores ainda não se sentirem totalmente preparados para esta realidade cada vez mais presente no contexto educacional. No entanto, com o projeto conseguimos mostrar um caminho legal para que todos possam aprender”, ressalta.
A coordenadora pedagógica da Escola Estadual Professora Eliane Digigov Santana, Emanuelle Maria Menezes de Souza, destaca que é fundamental que esse método seja constante nas salas de aulas. “Os alunos reclamam das aulas tradicionais, e quando utilizamos aulas diferenciadas todos prestam atenção. Deste modo, vimos que o método usado no programa da Secitec é muito importante, pois aprendem de forma criativa”.
Aprender: uma experiência única
Cada pessoa tem um jeito natural de aprender. Não é preciso seguir fórmulas prontas: o desafio é encontrar o melhor caminho e impulsionar o desenvolvimento e crescimento pessoal.
Foi o que aconteceu com a estudante Thayná, de 15 anos, da Escola Estadual José Leite de Moraes de Várzea Grande. Ela aprendeu que pode criar um negócio sem sair de casa. "Não imaginava que fosse tão legal. Aprendi que dá para fazer muito com coisas simples e que temos até em casa, seja para fazer um evento, como uma festa de aniversário, ou outro tipo de atividade. Isso é muito importante. Vou colocar sempre em prática o que conheci no Circuito", disse.
A estudante do 9º ano do Ensino Fundamental, Tamires, disse que levou para a família o que aprendeu no circuito. “Aprendi que uma hora por dia utilizando a chapinha gasta R$ 8,00 na conta de energia. Então o jeito é usar rápido a chapinha e não demorar como eu fazia antes, porque temos que economizar para ajudar os nossos pais”.
Assessoria de Imprensa Secitec-MT
Soraya Medeiros
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