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Com direito a gol diante do Corinthians e homenagem ao avô, argentino Diego Torres comemora estreia vitoriosa pela Chapecoense e sonha brilhar no Brasil

A Chapecoense contou com talentos argentinos para superar o Corinthians ontem (domingo) na Arena Condá. De virada, a Chape superou o Timão por 2×1 e os tentos dos mandantes foram marcados por: Diego Torres e Doffo.

O duelo contra o Corinthians marcou a estreia de Diego Torres com a camisa alviverde. O meia de 27 anos chegou ao clube catarinense após brilhar pelo Deportes Iquique, do Chile. Uma das especialidades do argentino é a bola parada e ele demonstrou seu talento aos 25 minutos do segundo tempo ao acertar bela cobrança de falta, indefensável para Cássio, que empatou a partida.

Diego Torres não escondeu a felicidade pela estreia com golaço e vitória diante de um dos gigantes do futebol brasileiro. “Estou muito contente pela estreia com vitória e pelo gol. Sinceramente não esperava iniciar tão bem, já como titular. Mas, o treinador me deu muita moral durante a semana e isso foi importante para eu demonstrar meu futebol. Essa vitória e esse gol me dão confiança para seguir melhorando”, declarou o meia, que no ano passado já havia marcado belo gol de falta contra o Grêmio, pela Libertadores.

Recentemente, vários argentinos brilharam no futebol brasileiro, entre eles: Sorín, Tevez, Montillo, Conca, D´Alessandro e Lucas Pratto. Iniciando sua trajetória no Brasil, Diego Torres espera também ter no sucesso no território brasileiro. “Sempre acompanhei muitos jogos dos times brasileiros. Na minha opinião, é o melhor futebol jogado na América do Sul. Vim do futebol chileno. Lá era mais lento o jogo. Nessa primeira partida já vi um futebol mais dinâmico e acredito que posso ir bem aqui. Espero ter uma linda experiência no Brasil. Vou trabalhar diariamente para melhorar em todos os sentidos”, ressaltou o meia da Chape.

A vitória e o golaço não foram os únicos motivos que deixaram Diego Torres emocionado. Justamente no domingo do dia dos pais, o argentino pôde homenagear o seu avô, Santiago, que faleceu há 11 anos em virtude de um tumor na cabeça. “Tinha um relacionamento muito próximo com o meu avô e ele morreu com 72 anos. Por isso, resolvi escolher a camisa 72 na Chapecoense, como forma de homenageá-lo. Tenho certeza que ele me abençoou para marcar o primeiro gol pela Chapecoense”, finalizou.



Foto: Sirli Freitas/Chapecoense

Arthur Virgílio,
Assessor de Imprensa
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