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Cirurgias são suspensas em 11 hospitais de MT por causa de greve

Dantielle Venturini, repórter de A Gazeta

Lucas Ninno/Gcom
Onze unidades de saúde de Mato Grosso, entre elas os 7 hospitais regionais, suspenderam a realização de cirurgias eletivas e outros procedimentos, como exames e consultas marcados para essa semana. A decisão foi tomada como consequência da greve dos caminhoneiros no Estado, que na área da saúde já tem afetado os estoques de medicamentos e insumos das unidades.
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), a suspensão é referente aos procedimentos marcados para hoje (29) e amanha (30). Os atendimentos de urgência e emergência continuam. As cirurgias deverão ser retomadas na próxima semana, caso a greve chegue ao fim. Se não houver avanços, novas suspensões podem ocorrer.
Secretário-adjunto de saúde, Cassiano Falleiros explicou que a medida tomada atinge os regionais de Sorriso, Alta Floresta, Colíder, Rondonópolis, Cáceres, Sinop e Metropolitano em Várzea Grande. Além deles, outros 3 consórcios em cidades do interior e também a realização de pequenos procedimentos em unidades psiquiátricas de Água Boa, Barra do Bugres e Peixoto de Azevedo sofreram interferência.
Falleiros afirma que a decisão foi tomada após uma avaliação feita pelo Comitê de Crise, que levou em conta as dificuldades enfrentadas pelas unidades nas questões de insumos e medicamentos.
Chico Ferreira

Greve dos caminhoneiros chega ao 9º dia e já reflete em vários setores resultando em desabastecimento e suspensão de serviços
Conforme o secretário, todas as unidades estão enfrentando atrasos na entrega dos medicamentos, de insumos para atendimento, combustível e até mesmo do gás de cozinha. O Hospital Regional de Sorriso, por exemplo, ficou sem gás para realizar as refeiçoes no domingo, porém o problema foi solucionado no mesmo dia.
Ontem a mesma unidade registrou também problema com a falta de alguns medicamentos, que foram providenciados. “Por meio desse Comitê estamos conseguindo absorver e resolver as situações, mas as suspensões se fazem necessárias no sentido de colaborar para que tudo continue indo bem”.
Remarcação
O secretário-adjunto reconheceu que a suspensão afeta diretamente pacientes que na maioria das vezes aguardam de 6 meses a 1 ano para conseguir realizar uma cirurgia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Porém, ele garantiu que esses pacientes terão prioridade na remarcação desses procedimentos, já que eles estavam na fila para realizá-los. “Assim que tudo se normalizar, eles terão as cirurgias remarcadas, sem mais prejuízos”.
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