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Wellington Fagundes aponta grande possibilidade de aliança com Fávaro

Celly Silva, repórter do GD

Mantendo a postura de pré-candidato ao governo de Mato Grosso, o senador Wellington Fagundes (PR) afirma que existe “grande possibilidade” de seu grupo político coligar com o Partido Social Democrático (PSD), atualmente comandado pelo ex-vice-governador e pré-candidato ao Senado, Carlos Fávaro, com quem aponta estar mais próximo desde o rompimento deste com o governador Pedro Taques. “Nós temos conversado diuturnamente e há muito tempo. [...] Nós temos grande possibilidade de estar juntos, até pelo rompimento que o vice-governador Carlos Fávaro tomou de atitude”, afirmou durante entrevista à Rádio Capital FM, nesta quinta-feira (12).
Marcus Vaillant

Senador Wellington Fagundes
Fagundes aponta ainda como fatores que facilitam uma possível aliança, a presença do presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) Neurilan Fraga no PSD, que é um crítico do governo Taques. Fraga, além de afirmar que o tucano não atender à pauta municipalista denunciou suposto desvio de finalidade do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
“O Neurilan sempre colocou a posição de que, infelizmente, o governo do Estado não vem atendendo a política municipalista, de apoio das ações do governo junto aos municípios. O governo desviou os recursos do Fundeb, colocando a grande maioria dos municípios de Mato Grosso em posição de inadimplência”, elencou.
Questionado sobre a possibilidade de unificação também com os Democratas (DEM), formando um grande bloco de oposição a Taques nestas eleições, Wellington Fagundes disse que não há dificuldade em conversar com nenhum partido ou segmento, desde que seja “uma aliança pra construir, pra fortalecer, pra trazer essa segurança à população”.
No entanto, lembrou que, assim como o PSD, é um partido que esteve ao lado do governo e que agora começaram a apontar as falhas do governador Pedro Taques, demonstrando a dificuldade deste em dialogar com os antigos aliados, como os ex-prefeitos Mauro Mendes (Cuiabá) e Otaviano Pivetta (Lucas do Rio Verde). “O senador Júlio Campos tem colocado de forma muito explícita que não tem como apoiar o atual governo. Então, todas essas pessoas que estão descontentes, que hoje representa (inclusive nós temos pesquisa) a grande maioria da população mato-grossense está insatisfeita com a gestão, com a política administrativa atual”, afirmou. 
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