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Pré-candidato ao governo Wellington diz em Sinop que não está preocupado por ter se tornar réu na Sanguessuga

O senador Wellington Fagundes (PR) disse, no final de semana, que mesmo após a primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) ter aceito a denúncia e o tornado réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Operação Sanguessuga, cuja investigação se arrasta há 12 anos, não considera que perdeu força política para trabalhar sua pré-candidatura ao governo do Estado. “Não nos preocupamos com esse processo que já foi julgado há 11 anos. Todo homem público tem que estar pronto para ser investigado o máximo possível. Toda investigação é para trazer transparência e clareza. Isso é bom e nos fortalece. Tenho 26 anos de mandato e nunca tive nenhuma imputação. O Brasil está precisando muito disso. Temos dado muita força para fortalecer os órgãos públicos”, disse, em Sinop, onde participou da solenidade de lançamento da primeira fase do programa ‘Sinop Mais’, com pelo menos R$ 30 milhões investimentos.
A prefeita sinopense Rosana Martinelli, do mesmo partido de Wellingtom, pediu para que ele seja candidato ao governo do Estado. O senador é considerado um dos principais nomes da oposição para o pleito de outubro.
Há poucos dias, Welington Fagundes depôs na Polícia Federal no inquérito que investiga se um decreto assinado pelo presidente Michel Temer (MDB) beneficiou empresas do setor de portos. Ele é investigado pela suspeita de ter sido um dos interlocutores do presidente com empresas do setor portuário beneficiadas com a medida do governo.
Na Sanguessuga, Fagundes é acusado pelo Ministério Público Federal de participar do esquema de desvio de recursos da área de saúde entre os anos de 2001 e 2006, quando era deputado federal e destinou emendas parlamentares para a compra de ambulâncias superfaturadas (para prefeituras) feitas empresa Planam.
Para a relatora no Supremo, ministra Rosa Weber, a denúncia apresentada pelo MPF foi bem-sucedida em estabelecer a “relação causal” entre o cargo ocupado por Fagundes e as vantagens indevidas que teria recebido. Ela foi seguida pelos ministros Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Marco Aurélio Mello.
A defesa do senador classificou a denúncia como “vaga”. Para o advogado Marcelo Bessa, o MPF não conseguiu fazer a ligação entre os recursos supostamente ilegais movimentados pelo parlamentar e o caso de corrupção.
O esquema de fraudes a licitações de compra de ambulâncias foi revelado pela Polícia Federal em maio de 2006 com a deflagração da Operação Sanguessuga. As transações ilegais seriam lideradas pelos sócios da empresa Planam, com a suspeita de envolvimento de mais de 80 parlamentares.
Por Só Notícias/Cleber Romero (foto: Só Notícias/Diego Oliveira)
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