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justiça arbitra fiança mas acusada de mandar matar marido e amante deve permanecer presa

A maquiadora Cléia Rosa dos Santos, de 34 anos, acusada de mandar matar o marido, Jandirlei Alves Bueno, de 39 anos, em 2016 e e, posteriormente, do amante, Adriano Gino, 29 anos, em dezembro de 2017, teve, neste domingo à tarde, audiência de custódia no Poder Judiciário e foi arbitrada fiança de R$ 25 mil para ser colocada em liberdade. O mesmo valor foi estipulado para Adriano dos Santos, de 20 anos, apontado pelas investigações como um dos autores da morte de Gino,e o outro envolvido, José Graciliano dos Santos, 30 anos, que assumiu o crime e não terá direito a fiança.
De acordo com um investigador da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), os três estão respondendo pelos crimes de ocultação de cadáver, sendo dado flagrante neste sábado quando os dois homens foram ao local onde enterraram Gino, e também já estavam com mandado de prisão temporária (30 dias) decretado pela justiça pelo homicídio qualificado que não cabe fiança. Por esse motivo, ambos serão encaminhados nesta segunda-feira para o presídio Ferrugem. Já a mulher será levada para cadeia feminina em Colíder (157 km de Sinop). O delegado terá prazo de 30 dias para concluir o inquérito ou pode pedir a prorrogação da prisão por mais 30 dais.
Conforme Só Notícias já informou, Jandirlei, marido de Cléia, foi esfaqueado na residência do casal, no Jardim Florença, durante simulação de suposto latrocínio (roubo seguido de morte), que teria sido executado, segundo a polícia, pelo amante dela. O marido foi atingido por dois golpes de faca, em outubro de 2016, e ficou internado por quase dois meses, e acabou falecendo em dezembro do mesmo ano. Na data do crime a mulher contou à polícia que estava em casa, na companhia do marido, quando foram rendidos por dois assaltantes e que o homem teria sido reagido e sido esfaqueado.
Já o amante estava desaparecido desde o dia 23 de dezembro do ano passado. Os restos mortais dele foram localizados, ontem, enterrados em uma área de mata, na estrada Alzira. Na mesma vala, os assassinos enterraram uma motocicleta. A ossada e a moto foram encaminhadas para exames periciais.
Após meses de investigação, a Polícia Civil desvendou o crime e identificou e prendeu José Graciliano e Adriano dos Santos como sendo os executores da morte do amante, a mando de Cléia. Eles levaram os policiais até o local onde enterraram Gino.
O delegado Ugo Reck de Mendonça disse que a família do marido já desconfiava da mulher, que na época ela foi investigada mas não acharam provas e as investigações foram interrompidas até o sumiço do amante. “Outra equipe voltou a investigação e descobriu que ela estava se relacionando com o amante, suspeito de matar o marido dela. Então, descobrimos que ele também estava morto. Os dois crimes foram motivados por brigas fúteis entre amante e marido. Em relação a morte do marido, (ela) se mostrou um pouco arrependia. Já o outro crime (amante) disse que faria de novo”, declarou.
Os dois acusados de matar Adriano contaram como o crime ocorreu. “Ela primeiro ofereceu R$ 5 mil, depois ofereceu um  carro GM Prisma e nós aceitamos. Ela levou o amante até a casa dela, dopou com comprimidos e nós matamos com golpes de enxada. Depois colocamos no carro e escondemos o corpo”, disse.
Por Só Notícias/Débora Lobo/David Murba (fotos: Só Notícias/Diego Oliveira)
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