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Ciro Gomes se diz decepcionado com Pedro Taques e confirma sua candidatura à presidência da República

Ao falar para uma plateia ávida por mudanças no Estado, Ciro Gomes disse que assim como o PDT está decepcionado com Taques que usou a sigla para se eleger e depois, por oportunismo traiu os ideias do trabalhadores para se engajar no PSDB.

Por Maurício Cruvinel/Redação 24 Horas News
Zeca Viana e Ciro Gomes participaram da convenção do PDT em Cuiabá
O Partido Democrático Trabalhista (PDT) recebeu nesta sexta-feira no Hotel Fazenda Mato Grosso, o presidenciável Ciro Gomes, ex-governador do Ceará e ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff. O encontro fez parte da convenção partidária do partido que vai percorrer o interior do Estado em busca de adesões e de potenciais candidatos com condições de vitórias nas urnas no pleito de 2018. O partido não fala em ter chapa pura para as eleições, mas defende um nome de consenso para concorrer contra o governador Pedro Taques, que já foi do partido, onde se elegeu governador, indo posteriormente para o PSDB. O nome do ex-prefeito Mauro Mendes, ainda no PSB, mas cortejado pelo DEM, PP e PR foi um dos mais comentados no encontro como capaz de unir a oposição e ainda desestabilizar por completo a base aliado do governo.
Durante a reunião o presidenciável Ciro Gomes aproveitou para cutucar o governador, afirmando estar decepcionado com sua forma de administrar o Estado e da maneira como trata o funcionalismo público estadual. Ele esteve acompanha do presidente nacional da 
sigla, Carlos Lupi que prometeu uma frente forte no estado nas próximas eleições.
Ao falar para uma plateia ávida por mudanças no Estado, Ciro Gomes disse que assim como o PDT está decepcionado com Taques que usou a sigla para se eleger e depois, por oportunismo traiu os ideias do trabalhadores para se engajar no PSDB.
“Nós tivermos uma frustração muito grande. Encontro no PDT uma decepção grande e parece que está em linha com a decepção da maioria do povo de Mato Grosso com o atual governador”, disse se referindo as crises no poder executivo e com a saída de Taques do PDT em 2015, sigla pela qual ele se elegeu senador em 2010 e governador em 2014.
“Nós vamos tentar organizar aqui uma grande frente que devolva a Mato Grosso o que o estado merece. Um governo que ajude este extraordinário pedaço do Brasil. Eu não sei se você sabem, mas o centro Oeste com a liderança de Mato Grosso tem carregado o Brasil nas costas há quase duas décadas”, afirmou.
Se Zeca Viana fala em levar o PDT a apoiar uma candidatura de Mauro Mendes por outra sigla partidária, em um grande arco de aliança, Ciro Gomes observa que o ideal seria o partido ter chapa pura em Mato Grosso e cita o nome de Zeca Viana para o governo do Estado, destacando que o alinhamento com o Governo Federal será muito importante para o desenvolvimento do estado.
“É preciso que vocês tenham um bom governo que esteja em linha com o governo nacional. O Zeca representa nosso partido aqui e tem autonomia dentro do plano que nós atuamos para se entender com todas as forças de maneira que se organize uma frente grande. Ele tem os dotes para representar na chapa majoritária em qualquer das posições, de maneira que ele está na posição correta e ajudando a aceitar esse diálogo de ser senador ou governador”, destacou.
Questionado sobre a suposta ameaça de saída do governador Pedro Taques do PSDB como vem sendo discutido nos bastidores e a possibilidade de um retorno dele ao PDT, Ciro esclareceu que as chances de uma aproximação são nulas. “Ele traiu os ideias do partido, não aceitamos traidores, portanto, sua volta é nula”.
DISPUTA PELO PLANALTO
Como candidato à Presidência da República, Ciro Gomes avaliou o atual quadro de candidatos à presidência da República e disse que Jair Bolsonaro, que em pesquisas onde não constam o nome de Lula, aparece na liderança, é um aproveitador, oportunista, que usa a demagogia para enganar o povo. “Ele (Bolsonaro) está usando a questão da violência desenfreado no pais, onde mais de 62 mil pessoas foram assassinadas neste ano para pregar que o Brasil precisa de segurança. Se esquece que a violência só vai diminuir com uma educação melhor, saúde mais eficiente e, principalmente, a geração de empregos. Não acredito nele”.
Gomes falou também de Lula, dizendo não acreditar que o ex-presidente vá conseguir se lançar candidato, embora esteja em plena campanha. Segundo o presidenciável, Lula deverá ser condenado já no início de 2018 em segundo instância o que inviabilizará sua pretensão de concorrer à presidência. Ele revela que gostaria de ver o ex-presidente disputando a eleição e diz que o Brasil está dividido entre o bem e o mal e que a presença de Lula em disputa seria importante para unir o Brasil.
Quanto ao governador de São Paulo, Geraldo Alkimin (PSDB) revela ser de todos os seus concorrentes, descartando Lula, o mais preparado para a disputa. “Já foi prefeito (em Pindamonhangaba), governador de São Paulo e conhece bem a administração pública. Mas enfatiza que peca pelo fato de estar restrito apenas a São Paulo, não conhecendo com profundidade os problemas da população brasileira.
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