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Vivemos um caos, diz representante da fundação que administra hospital regional


O representante garante que existe um débito de R$ 22 milhões do período anterior da intervenção, além de mais de 190 ações trabalhistas contra a instituição no mesmo período. “Sou obrigado a receber menos do que eu gasto, cumprir ações trabalhistas, cumprir ações civis daquele período”.

Medidas

Já em relação a pendências financeiras, correspondentes a diferenças nos repasses de fevereiro de 2016 a julho deste ano, a SES informa que foi constituído um grupo de trabalho em caráter temporário e específico para analisar as prestações de contas contábil e financeira apresentadas pela fundação. Após a conclusão dos trabalhos, no prazo determinado, a SES se posicionará sobre a demanda.

Várias ações foram adotadas desde que a situação começou a ficar mais preocupante. Em 27 de setembro, a unidade parou de receber internações devido ao estoque de soro, sondas, seringas, ataduras e fios, além de o medicamento básico estar zerado.

A administração do Regional também encaminhou um ofício ao comandante do 4º batalhão do Corpo de Bombeiros, Roni Robson Cruz Barros, para informar que não iria mais receber pacientes. Apenas os casos de extrema urgência como esfaqueados, baleados e com fraturas expostas seriam atendidos.

Já no dia 3 deste mês, as entidades e representantes políticos da região Norte bloquearam a BR-163, por cerca de uma hora, com o objetivo de chamar a atenção para que o governo quitasse as dívidas com a Fundação Comunitária. Com isso, no dia 6 a SES efetuou o pagamento dos R$ 1,9 milhões.

Apesar da medida, o pagamento não resolveu o problema e, por isso, o último ato por parte dos funcionários do hospital foi entrar em greve pelo atraso salarial de dois meses, pela falta de recolhimento do FGTS e de fornecimento de cesta básica. Sobre o assunto, a secretaria emitiu uma nota e informou que essas questões são de total responsabilidade da Fundação que administra o hospital.

Na próxima semana, dois servidores da SES irão para Sinop para fiscalizar o cumprimento de metas previstas no contrato com a Fundação. Serão analisadas as produções do período de abril a setembro deste ano. Sobre isso, Wellington afirma que tem toda a documentação para comprovar. “Talvez seja a instituição que tenha mais protocolos dentro da SES”, conclui.
Por: RD News
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