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Médicos vão operar pelo SUS 2 crianças por sábado


Dois ortopedistas pediátricos iniciaram uma força-tarefa médica na capital em favor de crianças que nasceram com o pé torto. A cada sábado, vão operar pela saúde pública 2 pacientes no Hospital Geral Universitário (HGU). A triagem será feita às terças-feiras. Nesta terça (24) haverá atendimento ambulatorial.
No último sábado (21), o bebê Thalles, de 8 meses, passou pela cirurgia. A mãe dele Letícia Tamara, 22, que é caixa de loja em Cuiabá, explica que não tem plano de saúde e nem teria condições financeiras para pagar pela correção ortopédica, confirmada no exame ultrassom morfológico feito no quinto mês de gravidez dentro do pré-natal.
"Os pés dele era muito tortos, quase voltados para trás. Fiquei preocupada, mas em nenhum momento rejeitei meu filho por causa disso, Deu me livre", conta a mãe, que passou horas de aflição, mais exatamente 2h30, aguardando o retorno de Thalles do centro cirúrgico.
A cirurgia foi bem sucedida e foi uma das 2 realizadas no último sábado.
"Meu marido, que é carpinteiro, é que vou atrás de achar um jeito de operar nosso menino e conseguiu. Ele ficou sabendo desse trabalho destes médicos", detalha a mãe. Segundo ela, essa primeira cirurgia é parte do tratamento. Provavelmente, o filho precisará de outra correção.
Os responsáveis pelas cirurgias são os ortopedistas Miguel Alito e Paulo Spengler que farão 8 procedimentos por mês e 40 consultas.
"Estamos muito contentes com a retomada deste serviço porque esta equipe é especialista e referência nacional neste tipo de procedimento e durante 10 anos atendeu aqui no HG", destaca o diretor clínico Antônio Figueiredo.
1 a cada 1000
De acordo com as estatísticas 1 a cada mil crianças no mundo nascem com a deformidade. O tratamento é relativamente simples e pago pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo o ortopedista pediátrico Miguel Alito, essa má formação surge ainda na gestação e, quanto antes a criança for tratada, maiores são as chances de recuperação do posicionamento normal dos pés.
No pé torto congênito os tecidos que ligam os ossos (ligamentos) são mais curtos que o usual em várias articulações , assim como músculos e tendões, causando alterações nas posições ósseas levando ás deformidades observadas.
Como nas primeiras semanas de vida há mais facilidade para a manipulação do bebê, o ideal é que o tratamento seja iniciado já. Com o uso de gessos que são trocados semanalmente consegue-se a correção progressiva destas deformidades. Cerca de 6 trocas de gessos podem ser suficientes para a correção. Porém, a maioria dos casos exige cirurgias ao final do tratamento com as trocas de gessos. A intervenção cirúrgica é pequena ( anestesia local e corte/alongamento do tendão aquiliano) e a recuperação da criança ocorre sem maiores preocupações. A técnica que utilizamos na atualidade é conhecida como Ponseti.
O especialista explica que as chances da criança crescer com um pé praticamente perfeito e ter uma vida normal são maiores que 90%. (Com informações da Assessoria dao HGU)
Para maiores informações: 3363-7000
Por: GD / HGU 
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