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Juíza ouve testemunhas de acusação em fraude de R$ 65 milhões

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A oitiva está marcada para 14 horas desta segunda-feira (23), no Fórum de Cuiabá. Serão ouvidas as testemunhas arroladas pelo Ministério Público do Estado.

A juíza da 7ª Vara Criminal, Selma Arruda, começa a ouvir as testemunhas arroladas pelo Ministério Público do Estado (MPE) nesta segunda-feira (23), no processo referente à Operação Zaqueus, que investiga fraudes de R$ 65 milhões na cobrança de impostos e multas à empresa Caramuru Alimentos S/A.
A oitiva está marcada para 14 horas, no Fórum de Cuiabá.
Parte das testemunhas será ouvida por meio de cartas precatórias, por morarem em outras cidades, como Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Itumbiara (GO), Recife (PE) Tangará da Serra (MT) e São Gonçalo (RJ).
Esta será a primeira audiência de instrução do caso, que tem como réus os agentes de tributos da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), André Neves Fantoni, Alfredo Menezes de Mattos Júnior e Farley Coelho Moutinho, os advogados Themystocles Ney de Azevedo de Figueiredo e Sandra Mara de Almeida e os representantes da Caramuru, Walter de Souza Júnior e Alberto Borges de Souza.
Eles são acusados de crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa. O esquema foi deflagrado em maio, quando os três agentes de tributos chegaram a ser presos, mas foram soltos, mediante pagamento de fiança.
André Fantoni é apontado pelo MPE como líder do grupo e também foi denunciado por coação e estelionato. Segundo as investigações, foi ele quem procurou o representante da Caramuru, Walter Junior, em 2014, para ofertar vantagens indevidas para o pagamento de uma dívida que ultrapassaria os R$ 100 milhões.
A proposta do agente era de que se Walter Junior pagasse 5% da dívida com o Governo do Estado ele teria êxito no julgamento no setor de Gerência de Julgamento de Impugnação do Crédito Tributário, onde era o responsável.
Os três agentes da Sefaz receberam propina da Caramuru no valor de R$ 1,8 milhão para reduzir uma multa da empresa de R$ 65 milhões para R$ 315 mil, em 2014.
Por: Repórter MT 

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