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Juiz nega absolver Silval em ação sobre lavagem de R$ 5,2 mi


O juiz Jeferson Schneider, da 5ª Vara Federal em Mato Grosso, negou o pedido de absolvição sumária feito pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB) em uma das ações penais derivadas da Operação Ararath.

A decisão foi dada na última sexta-feira (06), mas a íntegra não foi publicada em razão de o processo estar em segredo de Justiça.

A ação em questão, ingressada pelo Ministério Público Federal (MPF), acusa o ex-governador de lavagem de dinheiro no suposto esquema que “devolveu” para integrantes do Governo, em 2009, entre eles o próprio Silval, cerca de R$ 5,2 milhões do total de R$ 19 milhões pago pelo Estado a Hidrapar Engenharia Civil Ltda, a título de pagamento de precatórios.

Silval pediu para ser absolvido antes mesmo da fase da colheita de provas e depoimentos, sob a alegação de que confessou e detalhou o esquema em sua delação premiada firmada com a Procuradoria Geral da República (PGR) e homologada pelo ministro Luiz Fux, no Supremo Tribunal Federal (STF).

Na delação, Silval contou que parte do desvio (R$ 4 milhões) foi usado para comprar o apoio do deputado federal Carlos Bezerra (PMDB) ao empresário Mauro Mendes (PSB) à Prefeitura de Cuiabá, nas eleições de 2008. Mauro foi derrotado na época e só conseguiu se eleger no pleito seguinte, em 2012.

“Deixo de absolver sumariamente o acusado”, disse o juiz, em trecho da decisão.
O juiz Jeferson Schneider, da 5ª Vara Federal em Mato Grosso, negou o pedido de absolvição sumária feito pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB) em uma das ações penais derivadas da Operação Ararath.

A decisão foi dada na última sexta-feira (06), mas a íntegra não foi publicada em razão de o processo estar em segredo de Justiça.

A ação em questão, ingressada pelo Ministério Público Federal (MPF), acusa o ex-governador de lavagem de dinheiro no suposto esquema que “devolveu” para integrantes do Governo, em 2009, entre eles o próprio Silval, cerca de R$ 5,2 milhões do total de R$ 19 milhões pago pelo Estado a Hidrapar Engenharia Civil Ltda, a título de pagamento de precatórios.

Silval pediu para ser absolvido antes mesmo da fase da colheita de provas e depoimentos, sob a alegação de que confessou e detalhou o esquema em sua delação premiada firmada com a Procuradoria Geral da República (PGR) e homologada pelo ministro Luiz Fux, no Supremo Tribunal Federal (STF).

Na delação, Silval contou que parte do desvio (R$ 4 milhões) foi usado para comprar o apoio do deputado federal Carlos Bezerra (PMDB) ao empresário Mauro Mendes (PSB) à Prefeitura de Cuiabá, nas eleições de 2008. Mauro foi derrotado na época e só conseguiu se eleger no pleito seguinte, em 2012.

“Deixo de absolver sumariamente o acusado”, disse o juiz, em trecho da decisão.
Por: Mídia News
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