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Sem nomes para 2018, PMDB lamenta juventude de Janaína Riva

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A cúpula do PMDB bem que quer montar um projeto de oposição forte ao grupo que atualmente detém o poder em Mato Grosso, no intuito de novamente recuperar o Governo do Estado para si. O grande problema do partido, que tem o histórico recente de ter sido a sigla do corrupto, Silval Barbosa – comandou o Palácio Paiaguás de 2010 a 2014 –  é justamente ter um nome viável e competitivo, já que o nome da moda do partido, a deputada estadual, Janaína Riva (PMDB), não terá idade, em 2018, para concorrer ao cargo de chefe do Executivo Estadual.
Outra grande esperança do cacique peemedebista, o deputado federal, Carlos Bezerra, era o conselheiro do Tribunal de Contas da União – TCE/MT, Antônio Joaquim. A delação de Silval, no entanto, inviabilizou o nome do ex-deputado federal, que almejava aposentar-se já agora em outubro e sair montando sua base. Atualmente, Joaquim está afastado do cargo e tem de responder diversas acusações envolvendo seu nome, desde possíveis R$ 10 milhões de reais que recebeu para articular a aprovação das contas da contestada gestão de Barbosa na corte que participava, até a negociação ilícita e também milionária de uma fazenda com o delator.
Quanto a Janaína, ela terá 29 anos no ano que vem, um a menos do que os 30 constitucionalmente exigidos para ser governadora e seis a menos do que o necessário para disputar o Senado Federal. A filha do ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Riva, que herdou o capital político do pai e tem conseguido se desvincular do desgaste do genitor, reconhecidamente um dos maiores corruptos da história recente do estado, já disse que sonha ser a primeira mulher a comandar Mato Grosso, mas terá que, muito provavelmente, trabalhar sua reeleição no legislativo e procurar se manter “em alto nível” de atuação até 2022.
A cúpula do PMDB bem que quer montar um projeto de oposição forte ao grupo que atualmente detém o poder em Mato Grosso, no intuito de novamente recuperar o Governo do Estado para si. O grande problema do partido, que tem o histórico recente de ter sido a sigla do corrupto, Silval Barbosa – comandou o Palácio Paiaguás de 2010 a 2014 –  é justamente ter um nome viável e competitivo, já que o nome da moda do partido, a deputada estadual, Janaína Riva (PMDB), não terá idade, em 2018, para concorrer ao cargo de chefe do Executivo Estadual.
Outra grande esperança do cacique peemedebista, o deputado federal, Carlos Bezerra, era o conselheiro do Tribunal de Contas da União – TCE/MT, Antônio Joaquim. A delação de Silval, no entanto, inviabilizou o nome do ex-deputado federal, que almejava aposentar-se já agora em outubro e sair montando sua base. Atualmente, Joaquim está afastado do cargo e tem de responder diversas acusações envolvendo seu nome, desde possíveis R$ 10 milhões de reais que recebeu para articular a aprovação das contas da contestada gestão de Barbosa na corte que participava, até a negociação ilícita e também milionária de uma fazenda com o delator.
Quanto a Janaína, ela terá 29 anos no ano que vem, um a menos do que os 30 constitucionalmente exigidos para ser governadora e seis a menos do que o necessário para disputar o Senado Federal. A filha do ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Riva, que herdou o capital político do pai e tem conseguido se desvincular do desgaste do genitor, reconhecidamente um dos maiores corruptos da história recente do estado, já disse que sonha ser a primeira mulher a comandar Mato Grosso, mas terá que, muito provavelmente, trabalhar sua reeleição no legislativo e procurar se manter “em alto nível” de atuação até 2022.
A cúpula do PMDB bem que quer montar um projeto de oposição forte ao grupo que atualmente detém o poder em Mato Grosso, no intuito de novamente recuperar o Governo do Estado para si. O grande problema do partido, que tem o histórico recente de ter sido a sigla do corrupto, Silval Barbosa – comandou o Palácio Paiaguás de 2010 a 2014 –  é justamente ter um nome viável e competitivo, já que o nome da moda do partido, a deputada estadual, Janaína Riva (PMDB), não terá idade, em 2018, para concorrer ao cargo de chefe do Executivo Estadual.
Outra grande esperança do cacique peemedebista, o deputado federal, Carlos Bezerra, era o conselheiro do Tribunal de Contas da União – TCE/MT, Antônio Joaquim. A delação de Silval, no entanto, inviabilizou o nome do ex-deputado federal, que almejava aposentar-se já agora em outubro e sair montando sua base. Atualmente, Joaquim está afastado do cargo e tem de responder diversas acusações envolvendo seu nome, desde possíveis R$ 10 milhões de reais que recebeu para articular a aprovação das contas da contestada gestão de Barbosa na corte que participava, até a negociação ilícita e também milionária de uma fazenda com o delator.
Quanto a Janaína, ela terá 29 anos no ano que vem, um a menos do que os 30 constitucionalmente exigidos para ser governadora e seis a menos do que o necessário para disputar o Senado Federal. A filha do ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Riva, que herdou o capital político do pai e tem conseguido se desvincular do desgaste do genitor, reconhecidamente um dos maiores corruptos da história recente do estado, já disse que sonha ser a primeira mulher a comandar Mato Grosso, mas terá que, muito provavelmente, trabalhar sua reeleição no legislativo e procurar se manter “em alto nível” de atuação até 2022.
A cúpula do PMDB bem que quer montar um projeto de oposição forte ao grupo que atualmente detém o poder em Mato Grosso, no intuito de novamente recuperar o Governo do Estado para si. O grande problema do partido, que tem o histórico recente de ter sido a sigla do corrupto, Silval Barbosa – comandou o Palácio Paiaguás de 2010 a 2014 –  é justamente ter um nome viável e competitivo, já que o nome da moda do partido, a deputada estadual, Janaína Riva (PMDB), não terá idade, em 2018, para concorrer ao cargo de chefe do Executivo Estadual.
Outra grande esperança do cacique peemedebista, o deputado federal, Carlos Bezerra, era o conselheiro do Tribunal de Contas da União – TCE/MT, Antônio Joaquim. A delação de Silval, no entanto, inviabilizou o nome do ex-deputado federal, que almejava aposentar-se já agora em outubro e sair montando sua base. Atualmente, Joaquim está afastado do cargo e tem de responder diversas acusações envolvendo seu nome, desde possíveis R$ 10 milhões de reais que recebeu para articular a aprovação das contas da contestada gestão de Barbosa na corte que participava, até a negociação ilícita e também milionária de uma fazenda com o delator.
Quanto a Janaína, ela terá 29 anos no ano que vem, um a menos do que os 30 constitucionalmente exigidos para ser governadora e seis a menos do que o necessário para disputar o Senado Federal. A filha do ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Riva, que herdou o capital político do pai e tem conseguido se desvincular do desgaste do genitor, reconhecidamente um dos maiores corruptos da história recente do estado, já disse que sonha ser a primeira mulher a comandar Mato Grosso, mas terá que, muito provavelmente, trabalhar sua reeleição no legislativo e procurar se manter “em alto nível” de atuação até 2022.
Por: Notícias de Mato Grosso
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