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Levantamento aponta que 26% das famílias ficam sem ajuda do bolsa família em Mato Grosso

Resultado de imagem para bolsa familiaMais de 494 mil famílias mato-grossenses estão inscritas no Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico), segundo dados do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS). Destas, 43%, que representa 211.209 mil famílias, vivem em uma situação de pobreza e extrema pobreza, mas nem todas contam com o benefício do programa Bolsa Família. Dados da Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas) mostram que 155.691 pessoas, ou 73,7%, são atendidas pelo programa no Estado e recebem, em média, R$ 163,05 por mês.
Outras 55.518 famílias não são beneficiadas. Entretanto, de acordo com o assessor especial da Setas, José Rodrigues Rocha, em Mato Grosso, assim como em todo país, a fila para o Bolsa Família foi zerada no início deste ano e as pessoas que aguardavam para receber o benefício foram incluídas no programa federal. Conforme ele, o que existe é uma demanda reprimida que não está incluída no programa por que não cumpre ou cumpriu os critérios estabelecidos.
Para ajudar pessoas como Maria Carolina da Silva, 45, dona de casa, que criou seus 4 filhos com o benefício que apesar de pouco, foi fundamental. “Meu marido me deixou sozinha com as crianças, meu único auxílio foi o Bolsa Família” Moradora do bairro Jardim Florianópolis, em Cuiabá, ela ainda é beneficiária do programa e hoje recebe R$ 124 para o neto que mora com ela. “Esse valor ajuda a ir remediando as coisas. Sem ele seria mais difícil”. O programa federal é de transferência direta de renda e direcionado a famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza em todo o país, de modo que consigam superar a situação de vulnerabilidade e pobreza.
Doutora em Políticas Públicas e professora do Departamento de Serviço Social da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Leana Oliveira Freitas afirma que apesar das polêmicas e controvérsias que cercam o programa, o Bolsa Família é um recurso necessário e estratégico na garantia “do mínimo” para sobrevivência dessas famílias. Em se tratando de Mato Grosso, defende que o programa seja ampliado. “É preciso deixar claro que a marca deste Estado é a alta concentração de renda decorrente do seu modelo de desenvolvimento calcado no agronegócio e na sua histórica concentração de terra. Assim, o programa não só é necessário como deveria ampliar sua cobertura, já que um grande contingente populacional está fora de seu alcance”.
Para ela, críticas não se sustentam já que no país há 14,2 milhões de desempregados. “Logo, o programa não gera comodismos, tampouco pode ser caracterizado como assistencialista, pois não produz qualquer tipo de dependência em detrimento do emprego”.
Por A Gazeta
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