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Romoaldo debate medidas emergências para a saúde de MT

Especialmente sobre a situação do Hospital Regional de Sorriso que está passando por uma grave crise, colocando em risco a vida de pacientes

 Resultado de imagem para deputado Romoaldo Júnior

Por Márcia Martins / Assessoria de Gabinete

A crise que assola não só o estado de Mato Grosso, mas o país vem afetando um dos direitos fundamentais da população: a saúde. O deputado Romoaldo Júnior (PMDB) discursou sobre o assunto na sessão plenária matutina de quarta-feira (23) e convidou os colegas de parlamento que compõem a Comissão de Saúde da Casa, para interagir por meio da comissão e buscar uma conciliação junto ao Governo do Estado e com as unidades dos Hospitais Regionais. Romoaldo enfatizou principalmente a situação do Hospital Regional de Sorriso (HRS) que está passando por uma grave crise, colocando em risco a vida de pacientes.

Ainda na quarta-feira, o deputado participou de uma reunião no Palácio Paiaguás, com o governador Pedro Taques e outros deputados, onde discutiram um pacote de medidas emergenciais para solucionar os atrasos nos pagamentos no custeio da saúde pública em Mato Grosso. As medidas visam no curto prazo, garantir especialmente o restabelecimento do pleno funcionamento dos sete hospitais regionais existentes no Estado, e também os repasses obrigatórios e voluntários para a atenção básica, em parceria com os municípios.

O deputado defende que o momento é de fortalecer parcerias e não de achar o culpado pelos transtornos na Saúde. Ele citou que em Alta Floresta, por exemplo, a comunidade em vez de fechar as portas do hospital e protestar, se uniu numa parceria com o comércio e produtores rurais e realizou uma pequena reforma e doou alimentos para o hospital. Romoaldo acrescentou que isso não é obrigação da população, que esse papel é do governo, entretanto, em algumas vezes pode ser a única saída.
                                                   
Ele chamou a atenção para as OSs, organizações sociais selecionadas para prestar serviços para o poder público, entre eles, a administração de hospitais.

“Acompanhamos de perto a implantação das Organizações Sociais de Saúde (OSS) e quando elas foram implantadas juntamente foram abertos alguns hospitais, cito, por exemplo, o hospital de Alta Floresta que era municipal e foi regionalizado. Nesse processo também foi oficializado o Hospital Regional de Peixoto de Azevedo e realizado convênio com vários hospitais municipais onde são feitos repasses do Governo do Estado para a manutenção dos mesmos: cito aqui Poconé, Alto Araguaia, Diamantino, Barra do Bugres”, explicou o deputado ao acrescentar que toda essa mudança acrescentou um impacto muito grande na Saúde.

Romoaldo avalia que as OSS funcionam muito bem, mas que o recurso para o seu pleno funcionamento, tem que ser passado no início de cada mês e isso não vem acontecendo, devido à situação de queda de arrecadação em função da crise econômica e política do país.

“E quando se passa o recurso em atraso, não se consegue comprar o medicamento com custo baixo, ocorre insatisfação de os profissionais da Saúde receberem salários em atrasos. Então o problema da Saúde é profundo, passa por problema de gestão e também de ingestão de recursos financeiros e esse recurso não existe no momento. Diante desse impasse, estamos buscando definir urgentemente com o governador, as principais me


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