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Pecuaristas devem comunicar vacinação ao Indea

Vacinação de bovinos e bubalinos está acontecendo em todo Mato Grosso desde o dia 1º de maio.
Pecuaristas de todo o Estado estão mobilizados na vacinação de bovinos e bubalinos contra febre aftosa. A vacinação começou no dia 1º de maio e o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) está convocando os pecuaristas para fazerem a comunicação ao Instituto, tão logo a vacinação seja feita na propriedade, evitando assim filas e congestionamento do sistema. A expectativa é que 30 milhões de animais sejam imunizados no Estado até o próximo dia 31 de maio, com exceção do Pantanal.
A diretora técnica do Indea, Daniella Bueno, explica que, embora a notificação possa ser feita até o dia 12 do próximo mês (junho), todos os 141 postos do Indea (localizados em todos os municípios do Estado) já estão recebendo a documentação.
“As vezes o produtor vacina já na primeira semana (de maio), mas deixa para comunicar ao Indea somente nos últimos dias, o que causa um grande transtorno, inclusive para o produtor, que acaba enfrentando filas”, destaca a diretora.
Daniella Bueno explica que após a vacinação é feito um inventário de todo o rebanho que deve ser entregue, junto com a nota fiscal de compra das vacinas, a um escritório do Indea.
“O pecuarista pode entregar esse documento em qualquer um dos 141 municípios. Inclusive não precisa ser no posto próximo à propriedade. Qualquer posto está apto a receber a documentação, em todo o Estado”, reforça.
Sanção – Caso não faça a declaração da vacinação do rebanho até o dia 12 de junho, a ficha sanitária da propriedade fica bloqueada, o que faz com que o pecuarista fique proibido de movimentar os animais.
“Após o prazo final de declaração, o Indea lista todos os produtores que não fizeram a comunicação e realiza uma fiscalização nas propriedades inadimplentes”, adverte Daniella.
Caso o produtor tenha vacinado o rebanho, mas perdeu somente o prazo de comunicação, ele tem, como sanção, a ficha sanitária suspensa por 30 dias.
“Já se a vacinação não foi feita, o dono da propriedade é multado em 1 UPF (Unidade Padrão Fiscal) para cada animal não vacinado”, lembra o gerente-executivo do Fundo Estadual de Defesa Agropecuária (Fesa), Juliano Ponce.
 Além da multa, o pecuarista, nesses casos, tem 72 horas (após a fiscalização) para realizar a vacinação com a presença de um técnico do Indea.
O presidente do Fesa, Marco Túlio Duarte Soares,  destaca, porém, que o Estado vacina mais de 99% de seu rebanho de forma espontânea e isso é, em grande parte, fruto da conscientização do produtor. “O pecuarista é responsável e comprometido com a sanidade animal de seu rebanho e foi assim que conquistou muitos mercados nacionais e internacionais”.


Resultado - Todo esse empenho tem dado resultado. Mato Grosso tem cerca de 105 mil propriedades com bovinos e é considerada área livre de febre aftosa com vacinação há mais de 10 anos. Em 2016, foi alcançado o índice de 99,62% de animais imunizados e, em muitas cidades, a meta de 100% foi alcançada. A previsão é de que até 2021 o Estado seja considerado zona livre de aftosa, sem vacinação. 
Por ZF PRESS 
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