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Para Blairo, MT está melhor que os outros e depende de Taques mudar fluxo de caixa

 
O ministro de Agricultura, senador licenciado Blairo Maggi (PP), acredita que Mato Grosso pode ser o primeiro Estado a superar a crise econômica que atinge todos os governos estaduais. Para isso, Blairo defende que o governador Pedro Taques (PSDB)  realize mudanças no rumo do governo para resolver o fluxo de caixa.
“Eu acho que esse é o momento correto de fazer as correções de rumo, ajustar as contas. Eu não considero Mato Grosso um Estado quebrado, pelo contrário. É um Estado líquido, tem crédito, tem condições de buscar dinheiro para fazer investimentos, tem uma economia pujante. É fazer as mudanças para resolver o fluxo de caixa”, avalia o ministro.
Gcom-MT/Meneguini
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Governador Pedro Taques e ministroda Agricultura Blairo Maggi durante conversa no Palácio Paiaguás
Para Blairo, o Estado está muito melhor que os demais, como  Rio grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais, que vêm atrasando salários e decretando calamidade financeira. “Diferente desses Estados, Mato Grosso pode até ter problemas desse porte, mas seria em médio prazo. Por isso as mudanças e ajustes têm que ser feitos agora”, afirmou.
Blairo Maggi também minimizou as leis de carreiras dos servidores públicos do Estado, como sendo o principal fator  para a atual crise nas contas do Estado. “Nós tivemos um momento de descompasso de benefícios de ganhos para um lado enquanto a economia não cresceu no outro. Ninguém também previa um baque deste tipo na economia. Os servidores mudam de patamar, ganham mais pelo tempo de trabalho, está na lei. Não existe nada de errado. Só que o crescimento da receita no Estado não foi suficiente para cobrir isso."
O principal baque causado pela crise financeira em Mato Grosso foi a impossibilidade do governo pagar a Revisão Geral Anual (RGA) em maio deste ano. O governador Pedro Taques informou os servidores que não tinha condições de efetuar o pagamento integral dos 11,26%  de reposição salarial, e se iria quitar 7,54%. Diante disso, várias áreas do funcionalismo público decidiu entrar em greve por 30 dias, o que não resolveu.
Taques chegou a responsabilizar o Governo Silval Barbosa (2010-2014) por ter sancionado várias leis de carreiras que segundo o governo tucano “foram verdadeiras bombas relógios aos cofres do Estado”.
Atualmente, o Governo Taques mantém os salários do servidores em dia. Porém, mudou a data de pagamento, saindo do último dia útil dia do mês, para o dia 10 do mês subsequente trabalhado.
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