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Pai suspeito de estuprar filha é preso acampado em mata em Mato Grosso

Ele construiu cabana com galhos e folhas (Foto: Assessoria/ Polícia Civil-MT)
Um homem de 52 anos, acusado de estuprar a filha durante dois anos, em Jangada, a 82 km de Cuiabá, foi localizado em uma área de mata, naquele município. Ele construiu uma cabana com galhos e folhas no meio da floresta para se esconder, depois de ter sido denunciado, segundo a Polícia Civil. Os abusos sexuais duraram pelo menos dois anos.
Após a denúncia da própria vítima, a polícia pediu e a Justiça decretou a prisão preventiva de Antônio Hilário Filho Cunha. Ciente das investigações sobre o crime, ele fugiu.
Ele passou cerca de 20 dias foragido. O paradeiro dele foi descoberto com a ajuda do núcleo de inteligência da Polícia Civil de Cuiabá.
“Ele trabalhava em um engenho, na zona rural, e conhecia a área, que era deserta. Daí, ele montou esse acampamento para se esconder. Nós fizemos uma análise de vínculo familiar e fizemos um trabalho de monitoramento”, afirmou o delegado Fabiano Pistocia.
Alguns parentes estavam levando comida na propriedade para ele. Não entregaram diretamente a ele. A polícia começou a monitorar esses parentes e chegou à conclusão que ele estava na região. “Quando chegamos no local ele estava dormindo. Se não estivesse dormindo, poderia ter fugido”, contou o delegado.
À polícia, depois de ter sido preso, ele disse que não era ele quem a estruprava e sim uma entidade espiritual que recebia. “Os abusos aconteciam pelo menos uma vez por semana, com o conhecimento da mãe e da irmã da vítima. Elas temiam a reação dele e acreditavam que ele estava possuído por um espírito. Toda semana baixava o espírito que abusava da moça, como se não fosse ele, na visão deles”, disse.
Conforme a polícia, Hilário era agressivo com a filha, que atualmente tem 17 anos, e a ameaçava de morte. “Ela tinha medo dele, aguentou durante um tempo, até que ‘explodiu'”, disse Pistocia.
A mãe da vítima tinha conhecimento do estupro, mas não contou porque também sofria ameaças. “É estranho porque a família acredita que ele, de fato, recebia uma entidade. A irmã dela, que é maior de idade, também acredita que não é ele e sim uma entidade espiritual”, relatou. A polícia deu proteção à vítima durante as investigações.
O homem ainda não respondia a nenhum processo criminal. Ele foi encaminhado para a Cadeia Pública de Rosário Oeste, a 133 km de Cuiabá.
Fonte: G1
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