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Levado nesta terça-feira (4) para ser interrogado por integrantes do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) sobre os crimes investigados na 4ª fase da Operação Sodoma, o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) optou pelo silêncio. Ele, que já está preso desde setembro de 2015, foi alvo de uma nova prisão preventiva cumprida há 1 semana.
Silval Barbosa seguiu a orientação de seus advogados e não respondeu qualquer questionamento sobre os fatos envolvendo a desapropriação de uma área de 55 hectares localizada no bairro Jardim Liberdade e adquirida pelo Estado por R$ 31,8 milhões quando estava avaliada em R$ 17.8 milhões.
A Delegacia Fazendária (Defaz) que conduz as investigações da Sodoma afirma que houve um desembolso por parte do Estado superior em R$ 13.8 milhões. “Já tínhamos peticionado que ele iria ficar em silêncio .Ele fez uso dessa prerrogativa. Vai fazer o que lá se prenderam ele antes de ouvir. Isso vai favorecer o que?”, argumenta o advogado Valber Melo um dos dos integrantes da banca jurídica que faz a defesa do ex-governador Silval Barbosa.
Ao ser levado até a sede das Promotorias do Ministério Público Estadual, no Centro Político Administrativo, em Cuiabá, local onde funciona o Cira, Silval Barbosa estava acompanhado do advogado Ulisses Rabaneda. A assessoria do Ministério Público informou que os promotores de Justiça que acompanham o caso junto à Polícia Civil, não vão se manifestar sobre o assunto.
Na 4ª fase da Sodoma, deflagrada no dia 26 de setembro, a juíza titular da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Selma Rosane Santos Arruda, decretou as prisões preventivas de Silval Barbosa, do ex-secretário de Planejamento, Arnaldo Alves de Souza, do procurador aposentado, Francisco Gomes de Andrade Lima Filho, o Chico Lima, do ex-secretário de Fazenda, Marcel de Cursi, do ex-chefe de gabinete de Silval, Silvio César Corrêa Araújo e do empresário Valdir Piran.
Os delegados e promotores que conduzem as investigações afirmam que a organização criminosa chefiada por Silval Barbosa, desta vez agindo por intermédio do braço instalado no Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), solicitou e recebeu propina no valor de R$ 15.8 milhões entre abril e novembro de 2014. Por Welington Sabino
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