Publicidade 1
Publicidade 1

Prestes a completar 1 ano de prisão, Silval tenta nova soltura no Supremo

Silval Barbosa grade_gilberto leite (4).jpgA menos de cinco dias para completar um ano de prisão, o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) tenta obter a liberdade mais uma vez. Na terça (13), a defesa do peemedebista em Brasília, patrocinada por Antônio Carlos de Almeida Castro e outros, ingressou com um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF). O recurso foi distribuído por prevenção ao ministro Edson Fachin e já está em seu gabinete, concluso para despacho.
De acordo com a advogada Hortência Medina, que também assina o recurso, o principal argumento para pedir a soltura de Silval é o fim da instrução processual (coleta de provas) da ação penal oriunda da Operação Sodoma 2 - que investiga a aquisição de um terreno por R$ 13 milhões com recursos supostamente frutos de propina - única que mantém Silval segregado no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC), desde 22 de março deste ano.
Silval Barbosa, contudo, está preso desde 17 de setembro de 2015, data em que foi deflagrada a Sodoma 1, sob acusação de liderar uma organização criminosa que fraudou o programa de incentivos fiscais no Estado. De lá para cá, o peemedebista também recebeu a segunda ordem de prisão na Operação Seven - que investiga a aquisição irregular de uma área na região do Manso, com 727,9 hectares, pelo valor de R$ 7 milhões- na qual obteve soltura em 23 de março, um dia depois de ser preso na Sodoma 2. Esse fato fez com o que o peemedebista não deixasse a prisão um dia sequer desde o ano passado. “Essa terceira prisão veio de uma forma muito estranha, foi após decisão do TJ concedendo a ordem de soltura no segundo HC e o STF concedendo na primeira prisão”, observa Hortência.
Neste sentido, a advogada entende que o terceiro decreto de prisão foi uma forma de descumprimento da decisão do STF. No entanto, o próprio ministro Fachin já apreciou recursos semelhantes anteriormente e não observou irregularidade, pois os processos são diferentes. “O principal fundamento da prisão foi garantia da ordem pública e o risco de intervir na instrução, mas a instrução já acabou, não sobra fundamento para mantê-lo preso. Os argumentos não se sustentam, Silval já está preso há quase um ano, seu governo terminou, ele não tem influência”, reforça a advogada. Por Eduarda Fernandes/RD News
Compartilhar no Google Plus
    Comentar com o Site
    Comentar com o Facebook

0 comentários :

Postar um comentário

Comentários são de responsabilidade se seus autores

Copyright © Roteiro Notícias - Guarantã do Norte e Região
Rua Natal, 550 – Jardim Vitória – Guarantã do Norte - MT
Email: celioroteiro2009@hotmail.com - Fone: (66) 9604 - 2681
Todo material deste site pode ser reproduzido ou editado desde que citada a fonte: Roteiro Notícias
WEBSITE DESENVOLVIDO POR:

Tenha um site!