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Greve dos bancarios completa 22 dias sem proposta

Comando Nacional de Greve mantém mobilização dos bancários. A orientação é continuar com as atividades paralisadas até que a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresente outra proposta que possa ser levada para votação em assembleia. Uma nova rodada de negociação será realizada hoje (27), em São Paulo.
A greve completa hoje 22 dias, o mesmo tempo pelo qual se estendeu a paralisação do ano passado, aqui em Mato Grosso. Diante da adesão que contempla mais de 85% das agências no Estado, o Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (Seeb-MT) ressalta que o comando nacional decidiu que a mobilização seja mantida.
“Fomos orientados a manter o ritmo, não recuar, manter as agências fechadas. No Estado nem uma agência voltou atrás, todas aquelas que fecharam, assim continuam.”, ressalta o presidente Clodoaldo Barbosa.
No entanto, sem medidas drásticas, como por exemplo, o não abastecimento dos caixas eletrônicos. “Entendemos que a população sofre com a greve, assim como a categoria. Então, não adotaremos esse tipo de ação”, garante.
O sindicalista ressalta que estão mantidos apenas os 30% conforme previsão em lei, os quais ficam responsáveis por operacionalizar o que é realizado nos caixas de autoatendimento.
Para a reunião de hoje, Clodoaldo ressalta que a categoria espera mais respeito ao movimento, por parte da federação. “A Fenaban chamou para uma negociação. Ansiamos que seja trazida uma nova proposta que nos permita chamar uma assembleia”.
Ao término da rodada, o comando nacional avaliará o que for apresentado pelos representantes dos banqueiros.
Em Mato Grosso, segundo o sindicato, apenas três municípios - Aripuana, Colniza e Juína -, não aderiram à paralisação e o motivo seria pela distância e por terem apenas uma agência ou posto de atendimento para a população.

Movimento

A greve dos bancários este ano teve início em 06 de setembro. A categoria estava tentando negociar a reposição salarial com a Fenaban, mas a proposta apresentada não foi aceita.
A federação apontou que concederia, primeiramente, 6,5% além de um abono de R$ 3 mil. Após a paralisação das atividades bancárias em todo o país, o reajuste subiu para 7% e o abono para R$ 3,3 mil. A Fenaban alega que essa é a maneira possível de atender a demanda apresentada.
No entanto, a categoria manteve a rejeição e continuou a cobrar que a reposição contemple índice inflacionário de 9,62%.
Além da questão salarial, os bancários cobram ainda melhoria nas condições de trabalho, bem como na segurança das agências; ponto esse que, segundo a categoria, não tem sido contemplado nas tentativas de negociação.
Por Natalia Araújo, repórter de A Gazeta
 
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