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Exame identifica risco à deficiência ainda na barriga da mãe

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Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentados ainda neste ano, revelam que quase 13 milhões brasileiros tem algum tipo de deficiência. Deste total, 13% tem algum tipo de deficiência intelectual e a maioria delas (62,5%) já nasceu com essas limitações. A boa notícia é que algumas das causas mais comuns podem ser identificadas de forma precoce antes mesmo do bebê nascer, por meio do Cariótipo Fetal. Com uma coleta de sangue realizada na mãe, os pais conseguem obter uma estimativa confiável de risco para as síndromes no feto, sem o expor a riscos desnecessários.

De acordo com Jurandir Passos, ginecologista e obstetra que integra o corpo clínico do laboratório Cedic Cedilab, a detecção precoce destas alterações pode ser crucial para a saúde da criança e a dinâmica da família. “Por meio do diagnóstico, antes mesmo do nascimento, é possível aumentar a sobrevida ou até a qualidade de vida de alguns bebês. Podemos planejar o parto em um hospital melhor preparado para intervir nas possíveis complicações. Ainda, com profissionais voltados para reabilitação, como fonoaudiólogos e fisioterapeutas por exemplo, a criança consegue chegar a um desenvolvimento melhor do que esperado”, explica o médico.

Antigamente, qualquer avaliação da saúde do bebê era feita de forma invasiva, no qual colhia-se material do próprio feto. Hoje em dia o exame é realizado na mãe, a partir da 9ª semana da gestação. “Conseguimos separar uma porção do DNA do feto que é encontrado na circulação sanguínea da mãe. A partir do estudo desse material é possível identificar se existe algum excesso ou falta de cromossomos. É essa informação que identifica a presença das síndromes que o exame detecta”, afirma o especialista.

Conheça as síndromes identificadas pelo exame
O Cariótipo Fetal identifica os tipos mais comuns de síndromes malformativas, tais como Síndrome de Down (T21), Síndrome de Patau (T13), Síndrome de Edwards (T18) e Síndrome de Turner. “O exame detecta a Síndrome de Down (T21), uma das mais conhecidas, além de doenças pouco comuns e que acarretam problemas mais sérios de saúde, podendo levar a fraqueza muscular, deficiência intelectual e demais malformações”, reforça Dr. Passos.

Dr. Jurandir Passos informa que o teste do Cariótipo Fetal é uma análise complementar ao pré-natal completo. “Este exame não é obrigatório para todas as gestantes e deve ser indicado pelo médico obstetra ou ginecologista. Muitas vezes é possível ter suspeita de alguma dessas síndromes durante avaliação de ultrassonografia de pré-natal. Por isso é importante o acompanhamento médico durante todas as fases da gestação”, conclui o ginecologista e obstetra.

 Por Christiana Ribeiro


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