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Doe e salve vidas! Acadêmica da Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte faz doação de medula óssea

Extremamente carismática, Josielma Ramos Ferreira Borges, acadêmica do 6º semestre do curso de Administração da Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte, é toda sorrisos ao explicar como foi o processo para se tornar uma doadora de medula óssea.
Segundo a acadêmica, tudo começou durante os dias 27 e 28 de maio de 2014, na Campanha de Cadastramento de Doadores de Medula Óssea, realizada pelo Hemocentro de Cuiabá em parceria com a Fraternidade Feminina Acácia Matupaense. A campanha, que aconteceu pela segunda vez, em Guarantã do Norte, foi realizada no PSF Centro e empresas do município, sendo a Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã uma das escolhidas para participar deste ato solidário. Durante o movimento de conscientização, a Direção da IES passou, juntamente com os voluntários de sala em sala, para fazer o convite aos acadêmicos. Ao final do segundo dia de campanha, 227 acadêmicos fizeram o cadastro.
Josielma relata que não imaginou que seria uma doadora compatível. A acadêmica não tinha muito conhecimento sobre o processo de cadastro e não imaginava que seria chamada em tão pouco tempo: “Eu acho que a pessoa só estava esperando eu entrar no banco de dados!”, acredita. Segundo ela, o primeiro contato feito pelo REDOME, órgão vinculado ao INCA (Instituto Nacional do Câncer), é realizado pelo telefone para solicitar que o possível doador compareça ao Hemocentro mais próximo para fazer testes mais refinados de compatibilidade. Josielma primeiramente foi designada para ir até Brasília, mas a doação de medula aconteceu em São Paulo. Ela informa que eles sempre perguntam se você está realmente disposto a continuar. As despesas como passagens, alimentação e hotel são todas por conta do INCA e o possível doador tem direito a levar um acompanhante.
Segundo Josielma, moradora de Peixoto de Azevedo, ela foi a única da sua cidade a ser uma doadora compatível. Ela diz que o acompanhamento médico é excelente e que as pessoas são extremamente atenciosas: “Quando você fala que está ali voluntariamente, as pessoas ficam impressionadas, quando eu falava da onde eu vinha, elas falavam: “Nossa, mas você é de tão longe”! É muito gratificante você salvar uma vida, é impressionante, eu mesma nem acredito e aconselho a todos a fazerem essa parte, porque hoje você está doando para uma pessoa, amanhã o seu familiar precisa, o seu irmão precisa, e aí? E se você não for compatível, a pessoa fica muito tempo à espera de alguém ser compatível com ele”.
A acadêmica relata que a Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte é uma grande responsável por ela ter se tornado uma doadora de medula óssea: “Se não fosse a partir do meu contato com a Faculdade, nunca teria sido doadora de medula óssea porque, desde o princípio, as pessoas são doadoras de sangue para serem doadoras de medula óssea e eu não sou nem doadora de sangue e nem conhecia esse vínculo da doação de medula óssea. Então, a partir da Faculdade, eu consegui salvar uma vida. A Faculdade teve uma grande parcela nessa questão e tem que continuar com esse trabalho. E várias pessoas também tem que passar a ter esse conhecimento e ter a vontade de ser doadora. Não esperar isso acontecer com nossa família, para depois tomar uma posição”.
Ascom/FCSGN
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