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Sintep recusa proposta do governo e mantém greve na rede estadual de ensino

Os servidores da rede estadual de ensino acabam de rejeitar parcialmente a proposta do governo e vão permanecer em greve por tempo indeterminado em Mato Grosso. Em assembleia geral, realizada em Cuiabá, esta tarde, os trabalhadores concordaram com o ponto que trata especificamente do concurso público. No entanto, não aceitaram os demais termos do documento e decidiram continuar mobilizados. 

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público (Sintep), Henrique Lopes, os trabalhadores não concordam com o Programa de Parceria Público Privada (PPP) na educação estadual. Para ele, a proposta mantém interferência na autonomia das escolas. 

“A categoria não aceita desta maneira. Queremos que o programa seja suspenso imediatamente e que o governo apresente um calendário para a sociedade dialogar sobre esta questão”. Os servidores ainda rejeitaram a proposta de pagamento do Reajuste Geral Anual (RGA). Em projeto aprovado no Legislativo, ficou estipulado 7,36% de reajuste imediato e o restante parcelado até setembro de 2017. 

O governo também se comprometeu a manter a política de “dobra de poder de compra” dos profissionais da Educação e criação de uma comissão para discutir o assunto. Lopes não descartou a ideia da comissão e disse que o sindicato apresentou uma contraproposta ao governo. “Não vemos necessidade desta comissão, mas também não vamos correr dela. Estamos abertos ao diálogo, desde que haja parâmetros para conversar. 

O que a gente já propôs é que o governo apresente proposta de recomposição de salários que dê conta, de hoje até a próxima data base, em maio, de integralizar o piso salarial que é de direito da categoria”. O Sintep encaminhará a rejeição ao governo amanhã. 

Os servidores anunciaram que aguardarão uma resposta até quinta-feira (14). Neste dia, caso o governo não se manifeste, será feito um ato público em Cuiabá, com trabalhadores da região metropolitana. Se a falta de acordo persistir, um novo ato público, desta vez com servidores de diversas regiões do Estado, está agendado para terça-feira (19)

. Conforme  já foi noticiado, servidores da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) também permanecem em greve. Eles reivindicam reajuste nos salários, concurso e reagem contra a extinção da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), que é a fundação de pesquisa estadual, e da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secitec), à qual a Unemat é ligada. As duas extinções estão previstas na segunda reforma administrativa do governo de Pedro Taques (PSDB).
Por Só Notícias/Herbert de Souza
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