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Criadora do projeto Abelha Rainha elogia preocupação de Fernando Assunção com o social

Projeto oferece inclusão social, qualificação e fonte de renda para mulher sinopense.

O projeto social Abelha Rainha foi idealizado em 2012 pela empresária Solange Vieira que também desenvolveu e coordenou pessoalmente cerca de 15 cursos profissionalizantes de artesanato.
O projeto já atendeu cerca de duas mil mulheres em pelo menos 25 bairros de Sinop, do Alto da Glória ao Camping Clube, além dos assentamentos da Gleba Mercedes V e 12 de outubro. Os cursos têm duração média de um mês, e não param. Quando acaba um, começa outro.
O projeto sempre foi mantido com recursos próprios da empresária, mas agora ganha um apoiador o vereador Fernando Assunção. “O Fernando é uma pessoa de visão, que vê através do projeto abelha rainha uma ferramenta de inclusão social para as famílias de Sinop. Ele viu os resultados desse projeto e pensando no futuro da cidade, ele pode ser ampliado, para beneficiar novas famílias. Este projeto não pode parar. Hoje ele só qualifica as mulheres, mas podemos trabalhar também com crianças e adolescentes” reiterou Solange.
Segundo a empresária, os cursos mais pedidos são de pintura, bordados em chinelo, vasos feitos com caixinhas de leite recicladas, decoupage em vidro reciclado, bordados em geral, flores em EVA e em meia. Os cursos são ministrados por cinco professoras de segunda a sexta, das 14h às 16h, nas comunidades rurais, nos clubes de mães das igrejas e até em residências de algumas das participantes uma vez que há poucos locais apropriados para os cursos, nos bairros.
Solange Vieira disse que atualmente o município de Sinop não possui projetos voltados para a área social, por isso o Abelha Rainha se tornou o único elo de capacitação e geração de renda para essas donas de casa. “O objetivo do Projeto Abelha Rainha é qualificar essas mulheres que são donas de casa, que não trabalham, para que tenham uma fonte de renda extra. Depois do curso elas vendem o que produzem; panos de prato, chinelos bordados, tudo que elas aprendem a fazer nos cursos elas podem fazer em casa e comercializar para gerar renda”, salientou.
Após a passagem do projeto pela Gleba Mercedes, um grupo se reuniu e formou a Cooperativa das Mulheres do Campo, que produzem e vendem os diversos tipos de artesanato.
 A empresária lembrou que o social precisa ser trabalho como forma de melhorar a qualidade de vida das pessoas. “É primordial que trabalhemos o social. Este projeto não gera só renda para essas mulheres e suas famílias, mas cuida até do psicológico delas. São mulheres que às vezes estão em casa estressadas, nervosas. Ele é uma terapia para elas. Nosso projeto acaba ajudando em todos os sentidos”, finalizou.
Por Dieny Vieira 
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