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Imposto de importação do feijão é zerado, mas governo não tem previsão de quando o preço irá cair

Por Túlio Paniago
feijão2A Câmara de Comércio Exterior (Camex) zerou o Imposto de Importação para os feijões preto e carioquinha pelo período de três meses. O prazo foi estabelecido nesta quinta-feira (23) em reunião presidida pelo ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira. Desta forma, espera-se que as redes de varejo busquem o produto em outros países (inclusive fora do Mercosul) e o preço caia para o consumidor. No entanto, não há previsão de quando o preço do grão vai começar a diminuir. Enquanto isso, em Cuiabá, o quilo segue custando em média R$ 12 nos supermercados, mais de 100% do que valia em maio.
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, explicou que, como não é o governo quem compra os produtos e sim as redes de varejo, não é possível estimar em quanto tempo os preços começarão a cair.
Em nota, o ministro Marcos Pereira esclareceu que, em curto prazo, não há “perspectiva do aumento da oferta do produto que seja proveniente da produção doméstica. [Então] decidimos que é necessário facilitar a importação, por meio da redução da alíquota do Imposto de Importação”.
Prioridade aos vizinhos
Até então, apenas países integrantes do Mercosul estavam isentos do imposto. Agora, o mercado fica livre para o feijão de qualquer nação. O objetivo do governo, primeiro, é estimular a compra de locais mais próximos, como Argentina, Paraguai e Bolívia.
A expectativa é de que a demanda brasileira seja atendida por esses países mais próximos. Caso não seja suficiente, feijão vindo do México e da China devem chegar aos mercados nacionais.
#TemerBaixaOPreçoDoFeijão
A decisão de zerar o imposto de importação para o feijão foi anunciada pelo presidente interino Michel Temer em sua conta no Twitter. O peemedebista usou a hashtag #TemerBaixaOPreçoDoFeijão para anunciar a medida. O termo estava nos trending topics (assuntos mais comentados) da rede social, em meio a brincadeiras de internautas com o preço elevado do grão.
O aumento do feijão
A alta do feijão é motivada pelo excesso de chuva na região Sul e estiagem nas regiões Centro-Oeste e Nordeste, mudanças climáticas provadas pelo fenômeno El Niño. Se não bastasse, a praga mosca branca também prejudicou a produtividade de muitas plantações.
Em junho, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), o feijão carioca registrou alta de 16,38%. No acumulado do ano, o produto ficou 54,09% mais caro.
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