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Estado propõe 6%; servidores rejeitam

O governo do Estado apresentou no início da noite desta quinta-feira (2) nova proposta para o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) em reunião com a equipe econômica e representantes do Fórum Sindical. O índice sugerido é de 6% divididos de forma igualitária em 3 parcelas, uma em setembro, dezembro e março de 2017.
                 
O governo manteve também a proposta - já rejeitada - de 5% para a RGA divididos em 2 vezes, sendo 2% em setembro deste ano e outros 3% em janeiro do próximo ano. 
Pelo governo participaram da rodada de negociação os secretários de Fazenda, Paulo Brustolin, da Casa Civil Paulo Taques, do Planejamento José Bussiki e de Gestão e Logística, Júlio Modesto.
Já o Fórum Sindical representou 28 categorias do funcionalismo público estadual.
 Ao tomar conhecimento da proposta de 6%, a categoria concentrada em frente à Seges considerou o percentual uma afronta do governo e garantiu a continuidade da greve.

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde e do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (Sisma), Oscarlino Alves Júnior, criticou o governador Pedro Taques (PSDB) e disse que "nem mesmo por força de decisão judicial os servidores vão abrir mão da RGA integral de 11,28%".
"A greve continua por prazo indeterminado. O governo diz que vai tomar medidas judiciais e nós vamos defender os trabalhadores. Lutaremos até o fim para que nos trate como patrimônio do Estado como ele dizia na campanha. Não teve nem orçamento previsto para pagar a RGA este ano. O movimento ganha mais força a partir de agora", garantiu o sindicalista. 
O presidente do Sindicato dos Profissionais da Educação Pública de Mato Grosso (Sintep- MT), Henrique Lopes do Nascimento, argumentou que o Executivo estaria forçando os servidores a aceitar um calote.
"Houve ameaças nesta reunião para acabarmos com a greve, mas não vamos nos intimidar. Querem que aceitemos um calote, não ofereceram nem retroatividade. Continuaremos em greve até que este governo pague o que é de nosso direito".

Última proposta 
O secretário da Casa Civil, Paulo Taques, afirmou que a proposta de 6% sobre a RGA é a última oferta do governo e caso o Fórum Sindical não aceite a proposta, a partir de segunda-feira (6), a greve dos servidores será questionada na justiça.
"Só Mato Grosso e Paraná está pagando a RGA. A integralidade é impraticável, pois, os salários poderão estarem comprometidos", disse Taques, alegando que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) já teria entrado na justiça para garantir o funcionamento de áreas essenciais no governo.
Por Fernanda Leite, repórter do GD
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