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Em ato, servidores da Educação cobram recomposição salarial em MT

Professores e alunos querem, ainda, fim de projeto de PPP nas escolas. Com servidores de outras categorias, eles seguiram para a sede do governo. Do G1/MT

Servidores fizeram um ato na tarde desta terça-feira (31) em Cuiabá (Foto: Divulgação/Semob)
Servidores fizeram um ato na tarde desta terça-feira (31) em Cuiabá (Foto: Divulgação/Semob-Cuiabá)
Em protesto pelo não pagamento integral recomposição da inflação de 11,28% em relação a 2015 e contra o projeto de terceirização da gestão de escolas estaduais em Mato Grosso, servidores da Educação de várias regiões do estado e estudantes realizaram uma passeata pelo Centro de Cuiabá nesta terça-feira (31).
Segundo informações da Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá, a manifestação parou o trânsito de uma das pistas da Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), uma das principais da capital, durante a tarde.
Os servidores saíram da Praça Ipiranga, no Centro da capital, e caminharam até a Praça Ulisses Guimarães, onde se encontraram com os demais servidores de outras 27 categorias do estado que compõem o Fórum Sindical. De lá, o grupo seguiu para a Secretaria de Estado de Gestão (Seges), no Centro Político e Administrativo (CPA), para se reunir com representantes do governo estadual.
Servidores da Educação caminharam por uma das principais avenidas da capital (Foto: Divulgação/Semob-Cuiabá)Servidores da Educação caminharam por uma das principais avenidas da capital (Foto: Divulgação/Semob-Cuiabá)
Os servidores das 28 categorias deram início, hoje, a uma greve unificada no estado. A paralisação afeta, entre outros, setores essenciais como Educação, Saúde e Segurança, sendo que esses dois últimos estão mantendo os trabalhos em situações emergenciais.
Na segunda-feira (30), o governo do estado propôs aos servidores o pagamento de 5% da Revisão Geral Anual em duas parcelas, sendo a primeira de 2% em setembro e a segunda, de 3%, em janeiro de 2017. A proposta foi rejeitada pelo Fórum Sindical, o qual representa 33 categorias do funcionalismo público do estado.
A contraproposta feita pelos servidores foi de pagamento total da RGA, ainda que parcelado, até dezembro deste ano. Além disso, o pagamento deveria ser feito retroativo a maio, que é data-base para o pagamento. O estado ainda não se pronunciou oficialmente sobre a contraproposta.
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