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Blairo diz fazer pressão para concluir 120 km de asfalto da BR-163 até o PA

ferrovia - MT- trecho
Outro estudo busca viabilizar uma ferrovia ligando Mato Grosso ao porto de Miritituba, no Pará
O ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) garante que tem feito pressão constante, juntamente com associações, para garantir a conclusão das obras de pavimentação da BR-163, trecho que liga Mato Grosso a Santarém (PA).
“Precisamos dessa alternativa porque diminuirá muito os nossos custos. Nós já exportamos por aí, já tiramos este ano uns 4 milhões de toneladas de grãos, mas nem o produtor nem as empresas, ninguém ganha com isso, porque acaba virando em frete, pneu e chassis”, reclama o progressista, que também é produtor rural.
Lançadas em 2007, ainda no governo Lula (PT), as obras compreendem o trecho entre entre Guarantã do Norte (MT) e Santarém (PA).
Segundo Blairo,  faltam 120 km, por isso, é necessário que as obras seja colocadas como prioridade da administração federal. A rota é tida como a mais viável logisticamente para o escoamento da produção do Médio Norte de Mato Grosso, porque permite a redução de custos tanto no trecho terrestre, como marítimo. 
Para se ter uma ideia, de Lucas do Rio Verde até Santarém são percorridos 1,4 mil quilômetros, enquanto até Santos são mais de 2 mil. Já no caminho feito pelos navios, a economia é de pelo menos 5 mil milhas. 
Nessa linha, o ministro cita que outros projetos também visam melhorar a logística de Mato Grosso, facilitando o escoamento de grãos. Cita o projeto, por exemplo, da FerroGrão que está sendo discutido, sendo que as empresas já entregaram projeto para governo Federal. 
A ferrovia ligaria Lucas do Rio Verde (MT) e Miritituba (PA) – distrito de Itaituba -, usando o trecho de domínio da rodovia BR-163. O projeto segue caminho inverso ao existente hoje, para o Sul, em direção aos portos de Santos (SP) e de Paranaguá (PR). 
 Nesta linha, os portos de Santarém e de Miritituba são considerados estratégicos para o escoamento da produção de Mato Grosso, especialmente da região Médio Norte. Segundo Blairo, a expectativa é de que licitação ocorra neste ano, num investimento de R$ 11 bilhões. A estimativa é de que essa ferrovia “possa transportar algo de 30 milhões de toneladas de grãos”.
Logística
Para o ministro, os produtores têm feito um trabalho eficiente da porteira para dentro, mas encontram dificuldades para ser mais competitivos em razão de problemas relacionados à logística. “Quando saímos para fora começamos a ter problemas. A BR-163, BR-158 e BR-362. A ferrovia que ainda tem problemas de Rondonópolis para baixo. As hidrovias que ainda não funcionam. Uma coisa de cada vez e nós pretendemos estando dentro do governo influenciar as coisas necessárias”.
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