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Senadores de MT votam contra Dilma; Blairo é o "41" e disse que governo era sustentado por mentira

Os três senadores de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PR), Blairo Maggi (PP) e José Medeiros (PSD) votaram favoráveis ao afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT) por até 180 dias, além da abertura do processo de impeachment da petista.
Com isso, o vice-presidente da República Michel Temer (PMDB) assume o comando do país, Dilma deve ser comunicada hoje (12) da decisão.
A sessão durou mais de 20 horas e foi marcada por intenso debate entre os parlamentares no Senado. O posicionamento dos três senadores já era conhecido, por isso, houve apenas a confirmação.
Dos três senadores mato-grossenses, Medeiros e Blairo são os que mais criticam o atual governo.
Blairo, inclusive, se filiou ontem a tarde no PP e deve assumir o ministério da Agricultura no Governo Temer. Entra no lugar de Kátia Abreu.
E, às 3h desta quinta (12) veio justamente de Blairo o voto 41. É simbólico porque foi o momento em que o Senado chegou ao número necessário de votos, maioria simples, para afastar Dilma. O resultado final foi 55 a 22. 
“Não sou um político que vive da política ou para a política. Vivo para os resultados, penso no bem da população, nos negócios do país, no desenvolvimento, na geração de renda, no emprego, em soluções para que as pessoas possam participar da riqueza do país que todos construímos”, disse Blairo.
O progressista ressaltou que o Brasil “desandou, se desorganizou, perdeu a oportunidade, o bonde da história econômica para um projeto sustentado na mentira, na enganação das contas públicas, para ganhar uma eleição”. Nessa linha, frisou que, por causa dessas contas, milhares de empresas fecharam as portas, que muitas estão em recuperação judicial e que milhões de trabalhadores estão desempregados. “Este processo é uma janela, uma oportunidade que se abre para mudarmos, para sairmos da situação em que estamos”, disparou.
Medeiros
Na manhã de quarta (11), no início da sessão, Medeiros lembrou que o desemprego e a inflação “parecem ter dado as mãos numa escalada da mais alta crueldade com o povo brasileiro”, que a cada dia perde fonte de renda e poder de compra. 
O parlamentar criticou que, sob o argumento de que os fins justificam os meios, tentou-se de tudo. “Foram liberadas emendas por decreto e a toque de caixa para a alteração da meta fiscal; organizou-se uma verdadeira dança das cadeiras no comando da articulação política; fez-se reforma ministerial por encomenda, com delivery de cargos à minguada base aliada”. Ainda assim, afirmou que o governo continuou a experimentar o “dissabor” de frequentes derrotas no Parlamento.
O senador classificou como “uma verdadeira tragédia” as tentativas do governo que, em seguida teria, entrado em um estado de “paralisia típica das lideranças desprovidas de legitimação popular substancial”. Por Patrícia Sanches/RD News
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