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Maggi aceita ministério

Por Gláucio Nogueira, repórter de A Gazeta
O senador Blairo Maggi (PR) já aceitou o convite formulado a ele pelo presidente do PP, o também senador Ciro Nogueira, e será Ministro da Agricultura no iminente governo Michel Temer (PMDB). A decisão será comunicada por ele ao ainda vice-presidente até a próxima segunda-feira (9).
Importante representante e um dos principais interlocutores do agronegócio, Maggi afirmou a pessoas próximas que, embora não pensasse na hipótese, o atual momento impede que qualquer pessoa se omita em contribuir com o país. Com a decisão, Maggi deve deixar o PR e migrar para o PP.
Blairo foi procurado por Nogueira por solicitação de Temer, que desde que o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) passou pela Câmara dos Deputados tem buscado nomes para compor seu eventual ministério.
Além da proposta de assumir a pasta da Agricultura, o senador recebeu, novamente, convite para integrar o PP. A mudança partidária, ensaiada por ele há vários meses, segue em estudo e, neste momento, o ex-governador de Mato Grosso tem conversado com diversos integrantes da bancada progressista antes de tomar qualquer decisão.
Sobre o convite para ocupar um cargo no governo do peemedebista, Blairo destaca que nunca pensou em assumir um ministério. “Mas neste momento político do Brasil, ninguém pode se furtar, se omitir em contribuir com o país”.
No encontro que terá com Temer, Blairo informará que aceita ocupar o cargo de ministro pelo período de 180 dias, prazo máximo de afastamento de Dilma, caso o relatório produzido pela comissão especial do Senado seja aprovado em plenário, o que deverá ocorrer na próxima quarta-feira (11).
Se o processo for concluído com a cassação do mandato da petista, Temer poderá, em nome de novas composições, escolher outro nome, mas terá o “sim” do republicano na hipótese de ser mantido no posto até 2018.
Nesta semana, Blairo recebeu a visita de diversos representantes do setor produtivo, empresários e investidores interessados em saber quais serão as diretrizes econômicas do Brasil em um eventual governo Temer. O senador disse que nunca se sentiu tão respaldado como neste momento. “Todas as entidades que representam o setor produtivo têm manifestado um apoio intenso ao meu ingresso no Ministério da Agricultura”.

Ainda no ano passado, o republicano se declarou a favor da abertura do processo de impeachment da presidente Dilma. À ocasião, ele disse que a situação atual do país é critica e pode se agravar ainda mais, com a sociedade dividida e com muitos problemas sociais e econômicos.
Para Blairo, o impeachment deve ser visto como um processo político, afinal o Congresso é uma casa política. “Da forma como vivemos o ano de 2015, simplesmente não é possível viver 2016, 2017 e 2018”.
Em outro pronunciamento, já em abril, ele defendeu uma mudança de atitude, para ele mais importante do que uma simples troca de governo.
“Falo em nome dos brasileiros trabalhadores, empresários, agricultores, os que efetivamente pegam no pesado para fazer o país andar, gerar riquezas, oportunidades e pagam seus impostos, mas não recebem nada em troca por parte do Estado. É preciso mudar a atitude, fazer com que o Brasil funcione”.
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