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Maioria da bancada de MT vota pelo impeachment; apenas 2 são contra

QUADRO PLACAR DEPUTADOS
Dos 8 integrantes da bancada de Mato Grosso, 6 votaram  favoráveis ao impeachment de Dilma
Seis dos oito deputados federais da bancada de Mato Grosso votaram favoráveis à abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).  Apenas dois foram contrários.
Da bancada de Mato Grosso, o primeiro a pronunciar o voto foi o deputado Adilton Sachetti (PSB). O socialista homenageou com o  voto favorável ao impeachmento à família e a sua esposa que luta contra a  leucemia. “Pelo Brasil, pelo nosso Estado Mato Grosso e por Rondonópolis, pela minha família e pela minha mulher, que em especial luta pela vida, é sim”, votou.
 Já Carlos Bezerra (PMDB) lembrou que deixou a cadeia durante a ditadura para fundar o PMDB. Reforçou ainda que por fazer parte da Executiva da sigla,  seguiria a decisão partidária votando pelo impeachment.
Fabio Garcia (PSB), por sua vez, afirmou que o voto favorável foi pelo  Brasil mais justo e pela retomada da esperança. “Pelo meu Mato Grosso e os milhões de brasileiros que foram as ruas, meu voto é sim”, declarou.
Nilson Leitão (PSDB) ressaltou que hoje é o juízo final. Disse ainda que a luta de quase 1  ano pelo impeachment tinha que dar resultado. “Pela nossa pátria unida, não do Brasil de nós e deles, o país é um só, ninguém vai nos desunir. Em nome de família, Mato Grosso, Sinop eu voto sim”, finaliza.
Na mesma linha, Victório Galli (PSC)  votou sim. Segurando um exemplar da Biblía, declarou votar sim porque o povo cristão do Brasil não tolera a corrupção.
 Outro voto favorável foi do suplente de deputado federal José Augusto Curvo, o Tampinha (PSD), que está legislando na vaga do licenciado Ezequiel Fonseca (PP). O social-democrata lembrou que foi o único da bancada que estava presente em 1992 para votar a favor do impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello.  "Dedicou o voto meus  filhos já falecidos e ao governador Pedro Taques (PSDB), que é honesto e íntegro", disse.
 Ságuas Moraes (PT), como era esperado, votou não e denunciou o impeachment como golpe contra a democracia e os 54 milhões de brasileiro que elegeram Dilma. Já Valtenir Pereira (PMDB) , que também registrou voto contrário, alegou a falta  “Eu vou votar de acordo com a ordem jurídica, se chegar nesse plenário o processo de impeachment do Michel Temer com o mesmo fundamento desse processo de impeachmente, eu já adianto que vou votar contra. Meu voto é não ao impachment”, finalizou.
A votação prossegue na Câmara dos Deputados. O impeachment precisa de 342 votos a favor para ser admitido e seguir para o Senado, que pode afastar Dilma por 180 dias.
Por Tarso Nunes/RDS News
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